Terça-feira, 1 de Maio de 2018

De Abril a Maio

Grande acidente nacional, Portugal, post 25/4/1974
 
 O 25 de Abril tinha sido [havia] oito dias e nós, putos do ciclo, ao fim de uma semana, já estávamos politicamente informados
...

 Dito sintomático e imagem dos amanhãs cantaroleiros no rei dos leitões. Autor não identificado.

 Ou como se partiu a espinha a uma velha nação.

Escrito com Bic Laranja às 11:45
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3 comentários:
De José Leite a 1 de Maio de 2018 às 15:00
Caro "Bic",

Teria eu uns 16 anos, e lembro-me de uma políticamente semelhante, das sessões de esclarecimento do MFA pelas aldeias, aqui vai ...

Numa entrevista à RTP, de mais um "soldado ou herói de Abril" que passeava pelo norte de Portugal a dinamizar culturalmente e politizar o povo português, "à pala" das sessões de esclarecimento do MFA, foi-lhe questionado qual o critério que seguiam em relação aos partidos políticos a serem apresentados ao povo das aldeias.
Ao que o "soldado ou herói de Abril" respondeu, mais ou menos assim:
"Nós damos um resumo dos programas e intenções de cada partido ao povo da aldeia, e depois damos a escolher o que eles acham melhor para eles, e então trazemos o partido (e não os partidos refira-se) para eles ouvirem" .... "Tá-se memo a ver não tá-se?" Assim começou(?) a democracia neste país!!

Cumprimentos
José Leite

De Bic Laranja a 1 de Maio de 2018 às 15:11
Prezado José Leite,
Ainda não acabou. Tornou-se mais subtil (com a C.E.E.), mas, entretanto, menos. A propaganda é cada vez pior.
E o gamanço.
Nem sei que lhe mais diga.

Obrigado do seu testemunho.
Abraço!
De Valdemar Silva a 2 de Maio de 2018 às 21:13
Acerca do diagnóstico da espinha partida, já o vetusto Prof. Dr. e Veterinário anunciava, em 1970, a seus familiares que tinha acabado o tempo das vacas gordas. Em 1970 estava a referir-se ao que passado em 44 anos e segundo seu INE-1970:
- 36% da população sem electricidade
- 42% da população sem esgotos
- 53% da população sem água canalizada
- 26% dos homens e 35% das mulheres analfabetos
e a mais de um milhão dos que 'estão lá fora' e a meio milhão de jovens que estavam no tropa e na guerra nas colónias, que dava muito jeito para combater o desemprego.
A velha nação, passados os estes últimos 44 anos, continua de pé e de espinha bem direita a ver do Minho ao Algarve o extraordinário progresso das suas terras e do seu povo, que só não vê quem quer ser cego ou seguidor das notícias do diabo.
Valdemar Silva

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