7 comentários:
De José Leite a 1 de Maio de 2018
Caro "Bic",

Teria eu uns 16 anos, e lembro-me de uma políticamente semelhante, das sessões de esclarecimento do MFA pelas aldeias, aqui vai ...

Numa entrevista à RTP, de mais um "soldado ou herói de Abril" que passeava pelo norte de Portugal a dinamizar culturalmente e politizar o povo português, "à pala" das sessões de esclarecimento do MFA, foi-lhe questionado qual o critério que seguiam em relação aos partidos políticos a serem apresentados ao povo das aldeias.
Ao que o "soldado ou herói de Abril" respondeu, mais ou menos assim:
"Nós damos um resumo dos programas e intenções de cada partido ao povo da aldeia, e depois damos a escolher o que eles acham melhor para eles, e então trazemos o partido (e não os partidos refira-se) para eles ouvirem" .... "Tá-se memo a ver não tá-se?" Assim começou(?) a democracia neste país!!

Cumprimentos
José Leite

De Bic Laranja a 1 de Maio de 2018
Prezado José Leite,
Ainda não acabou. Tornou-se mais subtil (com a C.E.E.), mas, entretanto, menos. A propaganda é cada vez pior.
E o gamanço.
Nem sei que lhe mais diga.

Obrigado do seu testemunho.
Abraço!
De Valdemar Silva a 2 de Maio de 2018
Acerca do diagnóstico da espinha partida, já o vetusto Prof. Dr. e Veterinário anunciava, em 1970, a seus familiares que tinha acabado o tempo das vacas gordas. Em 1970 estava a referir-se ao que passado em 44 anos e segundo seu INE-1970:
- 36% da população sem electricidade
- 42% da população sem esgotos
- 53% da população sem água canalizada
- 26% dos homens e 35% das mulheres analfabetos
e a mais de um milhão dos que 'estão lá fora' e a meio milhão de jovens que estavam no tropa e na guerra nas colónias, que dava muito jeito para combater o desemprego.
A velha nação, passados os estes últimos 44 anos, continua de pé e de espinha bem direita a ver do Minho ao Algarve o extraordinário progresso das suas terras e do seu povo, que só não vê quem quer ser cego ou seguidor das notícias do diabo.
Valdemar Silva
De Bic Laranja a 29 de Maio de 2018
E 100% da população sem computador nem telemóvel, incluindo ultramarinos, emigrados e desertores exilados.
Recomendo estudo.
De Francisco Patrício a 24 de Julho de 2018
Recordo da doutrinação escolar absoluta naquele primeiro ano lectivo pós-25 de Abril (1974-75). Estudava na Escola Preparatória Luís Antônio Verney e,o livro de Português (5º ano) tinha um texto com parte de um discurso de Fidel Castro. Todos os restantes escritores engajados se faziam presentes.
De Bic Laranja a 25 de Julho de 2018
Não me recordam os textos, mas lembra-me de em 1976 o livro de leitura da 3:ª classe já não ser o «Livro de Leitura da 3.ª Classe», mas sim o «Vento Novo». Só o título era uma baforada ideológica bufada às ventas de criancinhas de 8 anos, que era o que a livre democracia gastava então (hoje começa mais cedo). Os autores, alguém me que diga que não são antifascistas!...

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