10 comentários:
De jcb a 17 de Março de 2015
Do que essa gente precisava já ele deu a receita. Umas valentes bengaladas correctiva !
De Bic Laranja a 20 de Março de 2015
É verdade. Elle, Camillo, lhes daria o arroz.
Cumpts.
De Inspector Jaap a 20 de Março de 2015
O amor dessa alimária pela letreiratura portuguesa que se pratica na cloaca 2 onde trabalha, é que será a sua (dele) perdição; e é a isto que estamos reduzidos.
Cumpts
De Bic Laranja a 20 de Março de 2015
Mas podemos continuar a minguar.
Cumpts.
De [s.n.] a 20 de Março de 2015
Realmente um lapso grave, esse do Amor de Perdição, ainda mais numa Antena 2.
De Bic Laranja a 20 de Março de 2015
Pois é!...
Cumpts.
De Iletrado a 21 de Março de 2015
Caro Bic Laranja
Não consigo perceber o remoque, além dos atropelos orthographicos cometidos. Estava convencido que o livro que tenho cá em casa era de Camillo Castello-Branco. Será engano?
Boas pedaladas.
De Bic Laranja a 21 de Março de 2015
Camillo escreveu «Amor de Perdição» na cadeia.
Cumpts. :)
De Iletrado a 22 de Março de 2015
Caro Bic Laranja
...realmente! No esforço de tentar ver longe nem me apercebi do que estava perto!
E assim, através destes pequenos pormenores se reescreve a História.
De Bic Laranja a 22 de Março de 2015
O locutor da rádio pôs-se deliberadamente a inventar (o estilo dele é mesmo assim; além de falar do que não sabe, não deixa falar os convidados).
V. por outro lado não incorreu em acto nenhum errado. Como não sabia, perguntou.
Mas a conversa do outro, o autêntico iletrado, é que perdurará para a História, isso é verdade.
Cumpts. :)

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