20 comentários:
De zazie a 7 de Fevereiro de 2016
Há coisas que me ultrapassam. Não entendo que raio de apelo sentimental pode ter matar pessoas.

Mas, vendo quem adere e até por conhecidos, há um denominador comum- o materialismo no lugar do divino.

Em nome dessa fezada nem pensam duas vezes e vá de transformar os médicos em carrascos.
De Bic Laranja a 7 de Fevereiro de 2016
Gente auto e mùtuamente divinizada. Tomam-se por deuses, faróis de gente de que se apregoam iguais.
Uns democratas.
Médicos a matar é o corolário da esquizofrenia em que a Civilização deveio.
Cumpts.
De Simão a 7 de Fevereiro de 2016
http://henricartoon.pt/tag/sociedade

:-)

Há aí nomes (bem conhecido) do PPD/PSD!

:-)
De Bic Laranja a 7 de Fevereiro de 2016
Só vejo homicidas latentes.
Cumpts.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Esse Enrique cartom tem certo espírito, reconheço, mas deixa a desejar em mestria caricatural (pouco mais que medíocre). Mediocridade consonante com a pressa que teve em mutilar o Português nos seus desenhos sofríveis.
Um acordita de fraco mérito.
Cumpts.
De ainda a 8 de Fevereiro de 2016
É absurdo falar em “direito à morte” (como seria absurdo falar em “direito à doença”), porque o direito tem sempre por objecto um bem na perspectiva da realização humana pessoal.
A morte não é nunca, em si mesma um bem, pois todos os bens terrenos pressupõem a vida e nunca a morte.
O “direito à morte” seria ainda mais contraditório do que uma escravidão legitimada pelo consentimento da vítima. A liberdade não pode servir para se anular a si própria. Até Stuart Mill rejeitava a renúncia à liberdade em nome da liberdade: «o princípio de liberdade não pode exigir que se seja livre de deixar de o ser».
A Constituição portuguesa, mais do que consagrar o direito à vida, consagra a inviolabilidade da vida humana como um princípio e um valor objectivos (artigo 24º, nº 1: A vida humana é inviolável).

Depois, o cão-de-água a enfardar alheiras; certificadas?
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Direito à morte de morrer ou direito à morte de matar?
É que de morrer não há como prescindir dele, e é antes fatalidade e não direito nenhum, porque basta estar vivo. Agora matar...
Cumpts.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Assim o piruças as prove, estão certificadas as alheiras.
Cumpts.
De zazie a 8 de Fevereiro de 2016
Estas coisas incomodam-me pela cobardia que implicam. Nunca é uma ajuda olhos nos olhos, é um descartar de responsabilidades para cima de comissões de bata branca.

Mas, como já percebi que avança por toda a parte e até já há eutanásia para crianças e jovens deprimidos, acho que é estar atento ao lobby médico.

E dou uma dica de um grupo que também me incomoda: A associação de Alzheimer- a principal que foi criada por médicos e que serve para impingirem remédios caríssimos que não servem para nada.

Eles já andam por lá a militar e a entregar a doentes o Testamento Vital.

Eu tomo conta de uma familiar que já vai nos 96 anos e que tem alzheimer. E posso garantir que tem gosto pela vida e está fina, desde que deixou de tomar qualquer remédio. Esses dramas em nome da "qualidade de vida" são treta e, se formos por aí, estou como o caro Bic Laranja, estes também já não têm cura.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Isto é a estupidez militante em acção pegada a uma valente chico-espertice. O trabalhinho sujo fica para os outros. Médicos, imagine-se!...
Cumpts.
De [s.n.] a 9 de Fevereiro de 2016
Vamos ter calma, então?
Nosso Senhor não vai permitir,Valdemar uma coisa desta.
Valdemar Queiroz
De Bic Laranja a 9 de Fevereiro de 2016
A Cristandade está moribunda. Seja o que Deus quiser.
Cumpts.
De PiErre a 9 de Fevereiro de 2016
Então, e o juramento de Hipócrates? É banido?
De Bic Laranja a 9 de Fevereiro de 2016
É contrário ao «direito à morte»... induzida.
Cumpts.
De zazie a 9 de Fevereiro de 2016
Já tinha sido com a obrigatoriedade dos médicos praticarem aborto.

São os "direitos de saída". Estão muito preocupados com as saídas solidárias.
De Bic Laranja a 9 de Fevereiro de 2016
Pois. Antecipa heranças é dá menos trabalho. Como não ter meninos. Salvos os cua-dotados.

Cumpts.
De Dimitri a 10 de Fevereiro de 2016
"A Constituição portuguesa, mais do que consagrar o direito à vida, consagra a inviolabilidade da vida humana como um princípio e um valor objectivos (artigo 24º, nº 1: A vida humana é inviolável)."

Treta, se a vida humana fosse inviolável, não havia pena de morte em Portugal como há com o aborto por pedido, utilizado como meio contraceptivo!

Cúerências de Esquerda.
De Bic Laranja a 10 de Fevereiro de 2016
Sim. Na prática é isso. Mais ou menos como irrevogável.
Cumpts.
De [s.n.] a 11 de Fevereiro de 2016
O que este projecto-lei (ou o que raio lhe chamam) que a esquerda bem pensante quer levar por diante (mas, atenção, nada de consultar o povo português através de um referendo..., isso é que não, é muito perigoso, claro que é, os promotores desta monstruosidade já sabiam qual a resposta que obteriam do dito povo, a esquerdalhada fala muito do povo e o povo é quem mais ordena, pois, pois..., mas só para o que lhe convém) devia ter como mote era "recusa absoluta a uma morte indigna", que é o que uma esquerda diminuta e sem expressão eleitoral quer impôr a todos os portugueses e não 'o direito a uma morte digna', porque de digna não tem nada, antes pelo contrário. Trata-se sim de uma indignidade do mais abjecto e cruel só passível de ter sido engendrada por mentes doentes ou, para ser mais precisa, por espíritos malígnos que à vida humana ligam peva e se for adiante estaremos perante um autêntico crime público de dimensões catastróficas.

Que os portugueses se unam (caramba!, nós somos uns bons milhões e contràriamente a esta reles politicagem que nos atormenta o coração e a alma, ainda vamos estando, por enquanto..., sãos de espírito) e organizem uma manifestação (melhor, todas as que forem necessárias) para calar de vez estes seres demoníacos, que foram coveiros da Pátria e agora querem ser coveiros dos portugueses sem sequer os consultarem. E é bom que a esquerda unida não esqueça, somos dez milhões nesta parcela de Portugal, mas existem mais cinco ou seis milhões lá por fora. E que Deus me perdoe, mas aos que pugnam para que este projecto vergonhoso seja levado à Ass. da Rep. para ser aprovado por maioria (pois é, como a esquerda tem lá a maioria dos deputados, obtida aliás através de falcatruas eleitorais e acordos obscuros e muito suspeitos com os parceiros da mesma igualha, é disso que se valem) é a quem deveria ser imposto o direito a uma morte, qualquer que fosse a idade de cada um e o método a aplicar, conquanto fosse eficaz, de modo a que todos estes malvados desaparecessem do mapa para sempre. Para os portugueses poderem finalmente viver em paz nesta Terra.
Maria
De Bic Laranja a 14 de Fevereiro de 2016
É gente demente. Incuravel e furiosa. Está em todo lado, tomou conta de tudo. Já nada disto leva emenda, temo bem.
Cumpts.

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