De [s.n.] a 25 de Agosto de 2017 às 03:09
Saíndo deste tema sumamente ridículo mas premente, a que aliás hei-se voltar e pedindo-lhe desculpa, permito-me deixar algumas frases inadmissíveis que se ouvem a toda a hora e que ando há vários dias para enviar, a ver se descobre quem é a encomenda que as profere. Não lhe será difícil, ademais.

Veja-me só isto:
Estas frases foram proferidas a 12 e 13/8 e em dias anteriores e posteriores.

"volta... jogar" (em vez de: volta a jogar)

"tu chegas â praia" (em vez de: tu chegas à praia)


"eram dez para âs cinco" (em vez de: eram dez para às cinco)

"o Miguel est' companhar o incêndio" (em vez de: o Miguel está (a+a=à) a acompanhar (ou se pronuncia a preposição "a" e o verbo por separado ou se faz a contracção daquela com o "a" inicial do verbo, pronunciando-se este "a" bem aberto mas sem acento tónico, evidentemente) o incêndio

"bote deriva" em vez: de bote à deriva

"contribuição para segurança social" em vez de: contribuição para a segurança social

"explicou chegada Alvalade" em vez de: explicou à
chegada a Alvalade

"para que presidente" em vez de: para que o presidente

"até manhã" em vez de: até a amanhã(a+a=à) com o primeiro "a" bem aberto - a tal regra da aglutinação da preposição e da vogal inicial do substantivo, quando são do mesmo género, mas sem acento tónico, naturalmente)

Carlos Queiróz para Venezuela" em vez de: Carlos Queiróz para a Venezuela

"Ronaldo tirou camisola" em vez de: Ronaldo tirou a camisola (em 14/8 às 17.18h)

"hoje vai caminho Madeira presidente da r'pública" em vez de: hoje vai a caminho da Madeira o Presidene da República (a primeira sílaba de "República" sendo tónica é todavia secundária, tendo não obstante que ser pronunciada de modo audível; uma vez que a sílaba tónica principal é a segunda, "pú", é esta que tem de levar obrigatòriamente o acento agudo; e embora talvez devesse dada a sua etimologia, o substantivo não admite dois acentos tónicos porque a língua portuguesa só permite no mesmo vocábulo um único sinal gráfico).

"Trofêu" foi pronunciado com o ditongo "eu" fechado, em vez de o abrir e deve-o ser pois o substantivo leva acento agudo na última sílaba, que serve não só para a abrir como ainda por cima o reclama

"vamos encontro Almeida(?)" em vez de: vamos ao encontro de Almeida

"Voltamos daqui alguns instantes toda informação, até já." em vez de: voltamos daqui a alguns instantes com toda a informação, até já.

Ouvi agora mesmo, às 19.07, dizer em directo "Bârtolomeu"... com o "a" mudo, em vez de ser pronunciado como se a primeira sílaba fosse acentuada tònicamente, isto porque a vogal "a" antecede duas consoantes obrigando a que seja esta a pronúncia exigida.

Mais umas pérolas ouvidas em dias passados, presentes e de certeza futuros:

"já temos o onze na prê-êpoca", dito com as duas sílabas tónicas bem fechadas, em vez de: já temos o onze na pré-época (com as duas sílabas tónicas bem abertas, já que tanto o prefixo como o substantivo levam acento agudo, donde a sua pronúncia tem que respeitar forçosamente a respectiva acentuação)

"éros" em vez de: EUROS

"Assembleia da R'pública" foi pronunciado com o "e" de República mudo, em vez de o fazer com ele bem aberto como se esta sílaba tónica secundária fosse acentuada, contráriamente à principal, "pú", que pelo facto de o ser tem que levar obrigatòriamente acento agudo). Exemplo já dado acima

Estes exemplos são uma pequena amostra do que tenho vindo a ouvir nos últimos dias, mas há mais, muitíssimos mais.
Maria
Maria
De Bic Laranja a 26 de Agosto de 2017 às 20:45
Isto é a locução da Conceição Queirós.
Cumpts.
De [s.n.] a 28 de Agosto de 2017 às 03:33
Claro! A resposta fica para depois.

Agora queria só referir-me aos dois blocos/edição da Porto Editora para ser distribuído pelas escolas para o ensino dos meninos e das meninas dos 4 aos 6 anos.

Mas salvo melhor opinião, qual é o problema? Posso estar a ver mal o assunto, li pouco sobre o mesmo porque não me interessa, mas quer-me parecer que as mentes brilhantes que vêem em tudo, tanto no ensino como em tudo que diga respeito à vida em sociedade, que não inclua a igualdade de género está duplamente errado e tem que ser erradicado à força, nem que seja através do ridículo e da estupidez das suas propostas.

Ora, se estas mentes iluminadas fossem pentear macacos para o Brasil (para onde se mandava antigamente a gente parva que só dizia disparates) e não chateassem com as suas ideias abstrusas e desadequadas a uma sociedade que se quer livre, soberana e independente de modas e ideologias cretinas e ultrapassadas, é que faziam bem.

E era ainda outro bem e um enorme favor que essa gente fazia a todos nós os que não compartimos das mesmas ideias estapafúrdias além de não os suportarmos como pseudo-donos de todo um povo.

Esta gentaça esquerdoide imita tudo o que vem dos Estados Unidos, mas fingem hipòcritamente que odeiam este povo e país. Imitam e aprovam o seu modo de vida e todas as regras pelas quais se rege aquela sociedade, incluíndo, como não podia deixar de ser, o ensino.
Eles, os esquerdistas cá do sítio, que sempre disseram o pior que havia dos governantes e da democracia americana, como bons cínicos e hipócritas que são, arranjaram uma forma camuflada de tentarem fingir o que não são e que é serm autênticos cães pisteiros que seguem à letra toda a miséria humana que dali se exporta, incluíndo o estilo de vida, a introdução da droga no país a partir do 25/4, o incentivo à gravidez na pré-adolescência, a promoção das famílias d'acolhimento (para permitir que os novos 'pais' abusem das crianças); as barrigas d'aluguer; o homossexualismo; os vários 'géneros' de sexo; o envolvimento dos pais no cuidado dos filhos/bebés substituíndo as mães para estas exercerem a sua profissão sem as "amarras" que o lar provoca, sabendo-se hoje que muitas destas crianças são abusadas por muitos pais enquanto eles cuidam delas; o facilitismo nos divórcios - que quadruplicaram com a emancipação da mulher promovida pelos mesmos que, por interpostos advogados, ganham com isso fortunas - para os 'novos' pais-padrastos terem oportunidade de abusar das/os enteados, como acontece cada vez mais por cá e no resto do mundo, etc.

Como se desde que o mundo é mundo não tivesse sido a mulher e não o homem, o ser humano que Deus escolheu (ou a natureza, para quem não é crente) para gerar e conceber outro ser humano e, como em todos os mamíferos, ser ela a amamentá-lo e a cuidar dele até se tornar autónomo, atribuíndo-se instintivamente essa tarefa específica e delicada por ser esta a sua morfologia e o que a natureza justamente lhe pede. Enquanto que ao homem foram-lhe atribuídas aptidões físicas e uma morfologia inerentes ao sexo masculino, que são aquelas que lhe correspondem pela sua própria natureza.

Se esta ditadura do polìticamente correcto e da igualdade de género que os comunistas de todas as tendências querem impôr aos povos das democracias, não significa o maior e mais perigoso lôgro em que esses povos caíram através de uma ideologia que lhes foi imposta e que lentamente lhes vai retirando a força e o ânimo para lhes fazer frente e vencê-los, tendo pelo contrário que os suportar sem nada poder fazer para a neutralizar, então não sei que outra designação lhes podemos aplicar.
Maria

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