8 comentários:
De Joe Bernard a 10 de Fevereiro de 2018
Sempre, sempre a pérfida Albion...
De Bic Laranja a 10 de Fevereiro de 2018
Uns snobs!
:)
Cumpts.
De Valdemar Silva a 10 de Fevereiro de 2018
O que M. Novais se havia de lembrar: do chá, ou o início do declínio do Império Português.(Se calhar os lápis azuis nem se aperceberam ou pensaram q'a rapaziada não se apercebia e lá passou a fotografia)
Pois, em 1662, a D. Catarina de Bragança, filha do Rei D. João IV de Portugal, quando casou o Rei Carlos II de Inglaterra e não só, levou de dote os territórios portugueses de Bombaim, Tanger e bom dinheiro.
D. Catarina também levou para Inglaterra, as boas maneiras de comer com garfo e faca, o consumo do tabaco e da boa marmelada de laranja. Mas a sua principal intromissão (salvo seja) foi a prática do consumo do chá, em Inglaterra, ao ponto de, desde esse tempo, se instituir o chá das cinco (five o'clock tea) como uma 'national practice' na comunidade inglesa em todo mundo.
Vá lá que os ingleses estavam interessados naqueles territórios dos portugueses, por os outros de África serem colónias de degredo, sem interesse, e no Brasil ainda lá estarem os holandeses, senão era o Brasil que tinha ido e agora na Inglaterra seria o samba a dança mais popular, se calhar ao chá das cinco.
Pois, se as nossas colónias de África tivessem interessado aos ingleses, no dote de D. Catarina, também, lá teriam ido e, até, pensando bem, não fora os Republicanos, lá teriam ido, como pagamento de empréstimos à Coroa, os territórios de Angola ou Moçambique.
Lá teriam ido , mas não foram. Cá ficou o 'Portugal do Minho a Timor'.
Que pena, agora, muitos milhares portugueses, ainda com menos de oitenta anos, estariam ainda vivos, ou com as duas pernas, ou sem problemas de saúde, ou sem terem que ir prá França, Alemanha ou Luxemburgo.
Se calhar agora, muitos, ainda, estariam cá, a beber chá, a maioria 'chá de parreira', mas ainda...estariam por cá.
Nada melhor que um bom chá.
Valdemar Silva

De muja a 11 de Fevereiro de 2018
Quisque est barbarus alio
De Valdemar Silva a 12 de Fevereiro de 2018
Sim, parece ter sido sempre assim.
Por atentar contra o instituído, com a sua maneira de ser, qualquer estrangeiro por muito civilizado, sempre foi considerado um bárbaro.
Valdemar Silva
De Bic Laranja a 13 de Fevereiro de 2018
«Quisque est barbarus alii», segundo alguns defendem.
Não entro na questão. Bárbaros são os outros, é ponto assente.

Cumpts.
De gt a 14 de Fevereiro de 2018
flores na taça dos pingos?
De Bic Laranja a 14 de Fevereiro de 2018
Assim é.
Cumpts.

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