13 comentários:
De Mandarinia a 10 de Outubro de 2016
Muito bem visto.Eles estão por dentro de tudo, sabem tudo, ouvem tudo, mas só entre eles (somos todos iguais mas há uns mais iguais que outros). O povo, que só serve como arma de arremesso político e para pagar impostos, não tem nada de saber destas coisas, não senhor. Acho que nunca irão perdoar ao arquitecto. Alguns dos detractores têm mesmo a audácia de afirmar que o livro não se venderá porque eles acreditam nos leitores e sabem que eles não querem lixo. Pois o que eu não quero é o lixo que nos dão diariamente na nossa imprensa e que tenta passar por notícias. Pastiches mal escritos, mal traduzidos e mal transmitidos. A menina que queria um apartamento no Chiado e que agora quer proibir o livro, tem de facto um descaramento sem fim. Por respeito ao blog, ao autor e aos seus leitores abstenho-me de a chamar pelo nome que realmente ela merecia.
De Bic Laranja a 10 de Outubro de 2016
Fica sempre tudo em surdina. O argumento é sempre da vida particular. Pois é! Com ele sugam-nos o país que nos resta. e ainda temos de ficar na crença que é tudo boa gente.
Cumpts.
De joebernard a 10 de Outubro de 2016
Já li o livro.
Nada de especial.
De Bic Laranja a 10 de Outubro de 2016
Assim parece. Mas é preciso não deixar de ligar algumas pontas:

Marante. A desgraça deste país ressalta dos pormenores destas 9 págs.: ah! as longas horas de necrológio laudatório da T.S.F. quando morreu o Rangel. Afinal consumiu 22 mil contos de coca num ano; abençoadas lavagens de dinheiro com o banco Totta; rico escol de intrigas, adultério, putedo, porrada e sexo.
Jornalismo de fretes que cala a natureza de toda essa gente da orla do Poder.
Miséria!

Sócrates. Intriguista, mentiroso, amoral, toleirão, rancoroso e vingativo. Pouco mais ou menos, sobressai isso tudo. Um caso de psiquiatria, porventura. A sua ligação à Câncio e de ambos á Marante e ao Rangel expõem vícios calados. Deve ser isso que moveu a Câncio a querer banir o livro.

António Costa. O pequeno Babouche. Cínico sem carácter.

Paulo Portas. Oportunista.
O melhor sobre a personagem vem no resto do livro: homossexual; o A. possui uma fotografias dele vestido de mulher em festa rodeados de homens asquerosos.

Passos Coelho. Balão de ar... aprumado. (Condescendência do A.) Espelha a qualidade medíocre que chega a primeiro-ministro!...

«Alberto João da Madeira.
Letra da escola primária.
Pressões sobre notícias.
Uma vez absolvido e todas as demais condenado... Comentário mordaz do A. sobre a (não) independência dos tribunais da Madeira.»

Marcelo Rebelo de Sousa. «Professor catedrático com a traquinice de aluno da escola primária.» Intriguista...

Balsemão impôs ao A., quando lhe deu a direcção do Expresso, não contratar Marcelo porque lhe fizera patifarias. Marcelo, porém, manteve-se a fonte de J.A.S.
Irónico.
Mais irónico: Marcelo ascende a P.R. alcatruzado pela imprensa toda, excepto a de Balsemão.

Etc.

Cumpts.
De Bic Laranja a 10 de Outubro de 2016
As anotações supra são minhas, feitas à medida que ia lendo.
As aspas no cacique da Madeira estão a mais.
De [s.n.] a 12 de Outubro de 2016
Excelente descrição/crítica do livro de A.J.S. e óptimos pedaços de texto dele extraídos. Depois de os ler talvez compre o livro. Parece merecer a pena pelo menos para verificar até que ponto foi/vai o cinismo, a falsidade, o oportunismo, a interesseirice, a mentira, a corrupção e sobretudo a traição a Portugal e aos portugueses que, como povo bom, ingénuo e crente, aceitou este bando de malfeitores de braços abertos para vir a ser por eles vilmente traído desde a primeira hora em que pisaram solo português. Uns pulhas que se auto-intitularam libertadores do povo para trair criminosamente esse mesmo povo, reduzindo a quase nada um País que outrora havia sido Nobre e Soberano e orgulhoso da sua Independência durante quase mil anos. Lacráus venenosos e a personificação do Mal é o que todos eles são, com as pouquíssimas excepções que se podem contar pelos dedos de uma só mão.
De [s.n.] a 12 de Outubro de 2016
J.A.S., queria eu dizer.
De [s.n.] a 12 de Outubro de 2016
Não há uma sem duas, nem duas sem três..., lá diz o povo. Os dois comentários anteriores são meus. Mas isso nota-se, não é assim? Não os assinei pela habituação que tenho em escrever noutros blogos que automàticamente os encimam com o nome de quem comenta.
:)Maria
De Bic Laranja a 12 de Outubro de 2016
Note a prezada Maria que: as anotações sobre os visados no livro são minhas, não são citações do dito livro.
Obrigado da estima!
De [s.n.] a 13 de Outubro de 2016
Por acaso até julguei:) Mas olhe que estão como o ouro está para o azul. Ou seja, não podiam estar mais adequadas às personagens em causa!
De [s.n.] a 13 de Outubro de 2016
Lá estou eu a esquecer-me d'assinar! Isto já não é defeito é feitio...
:)Maria
De ASeve a 13 de Outubro de 2016
A verdade dói, até aos que (hipocritamente) gritam pela verdade!
De Bic Laranja a 13 de Outubro de 2016
Esses gritos pela verdade não são que histeria fanfarrona.
Cumpts.

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