De joebernard a 10 de Outubro de 2016 às 12:42
Já li o livro.
Nada de especial.
Assim parece. Mas é preciso não deixar de ligar algumas pontas:
Marante. A desgraça deste país ressalta dos pormenores destas 9 págs.: ah! as longas horas de necrológio laudatório da T.S.F. quando morreu o Rangel. Afinal consumiu 22 mil contos de coca num ano; abençoadas lavagens de dinheiro com o banco Totta; rico escol de intrigas, adultério, putedo, porrada e sexo.
Jornalismo de fretes que cala a natureza de toda essa gente da orla do Poder.
Miséria!
Sócrates. Intriguista, mentiroso, amoral, toleirão, rancoroso e vingativo. Pouco mais ou menos, sobressai isso tudo. Um caso de psiquiatria, porventura. A sua ligação à Câncio e de ambos á Marante e ao Rangel expõem vícios calados. Deve ser isso que moveu a Câncio a querer banir o livro.
António Costa. O pequeno Babouche. Cínico sem carácter.
Paulo Portas. Oportunista.
O melhor sobre a personagem vem no resto do livro: homossexual; o A. possui uma fotografias dele vestido de mulher em festa rodeados de homens asquerosos.
Passos Coelho. Balão de ar... aprumado. (Condescendência do A.) Espelha a qualidade medíocre que chega a primeiro-ministro!...
«Alberto João da Madeira.
Letra da escola primária.
Pressões sobre notícias.
Uma vez absolvido e todas as demais condenado... Comentário mordaz do A. sobre a (não) independência dos tribunais da Madeira.»
Marcelo Rebelo de Sousa. «Professor catedrático com a traquinice de aluno da escola primária.» Intriguista...
Balsemão impôs ao A., quando lhe deu a direcção do Expresso, não contratar Marcelo porque lhe fizera patifarias. Marcelo, porém, manteve-se a fonte de J.A.S.
Irónico.
Mais irónico: Marcelo ascende a P.R. alcatruzado pela imprensa toda, excepto a de Balsemão.
Etc.
Cumpts.
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