4 comentários:
De [s.n.] a 27 de Agosto de 2018 às 16:34
Enquanto o empregado da bomba BP esperava, pacientemente, pela chegada de clientes, alguém fechava a gasolina da sua bicicleta a motor.
Era o que eu fazia...
Cumprimentos
De Bic 🍊 a 28 de Agosto de 2018 às 19:27
Um gesto esquecido. Quási. Como as motocicletas de fabrico nacional.
Cumpra.
De [s.n.] a 31 de Agosto de 2018 às 21:10
Desculpe mas não consigo vislumbrar a Igreja de Nª.Sª. do Amparo quase de frente para a Av. Grão Vasco, que, dada a enorme panorâmica, dever-se-ía distinguir.

Também não consigo situar a Rua Emília das Neves na imagem, visto ser uma rua muito estreita e a que se vê na imagem, por onde está a entrar a tropa, é largíssima.

E o Colégio a que se refere - muito próximo da R. Emília das Neves - que deduzo ser aquela grande moradia branca, mais à direita da imagem e com seis ou sete janelas no primeiro piso, é que penso que talvez seja a do Colégio, mas este (que ainda existe hoje) chama-se desde há muito tempo Externato Grão Vasco e não de S. Cristóvão, ou estou errada?
Maria

Nota: Pensando melhor, será que no tempo em que foi tirada a foto o Externato tinha o nome que refere, sendo muito mais tarde alterado?
De Bic Laranja a 1 de Setembro de 2018 às 13:06
Fui pouco claro. O fotógrafo pôs-se ante a igreja, mas dando-lhe as costas. Já emendei o verbete.

A rua por onde entra a tropa é a Av. de Grão Vasco. A Rua Emília das Neves será a primeira à dereita de quem entra na Grão Vasco vindo da Estrada de Benfica. Logo a Emília das Neves entrevê-se da esq. para adir. da imagem (ou vice-versa) na fiada de casario em 2.º plano.

O colégio de S. Cristóvão (não confundir com o Grão Vasco) é hoje na casa mais altinha da imagem, uma com alçado de 5 janelas (4 de sacada no 1.º andar) com friso branco. Cuido que seja a única casa não demolida até hoje das que se vêem na imagem, mas não garanto.

Cumpts.

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