De [s.n.] a 25 de Janeiro de 2015 às 15:36
O caso que cita faz lembrar outro, dentre os muitos semelhantes que se vão repetindo desde há anos na comunicação social falada, através da oralidade dos que têm responsabilidades acrescidas pelo desempenho das profissões/cargos que detêm - os que lá trabalham e os que lá vão como convidados - com o intuito de se ir introduzindo no português corrente de um modo persistente e contínuo e, está claro, sempre à socapa.
Por exemplo, as/os locutores pronunciam quase sempre 'a q'ota-parte de...' quando se referem a "(eles têm a sua "qu-ota-parte"...(de culpa na situação)", eu acho que eles estão sinceramente convictos de que a fonética nestes casos é a mesmíssima de quando se referem às "cotas" dos clubes de futebol, associações, etc., ou às "cotas" (de armas) dos cavaleiros para se defenderem dos golpes do adversário..., etc.
Para os meninos e meninas dos telejornais e respectivos convidados, deixo aqui vários vocábulos em que se pronuncia a vogal U de modo bem audível, para não cometerem tropeções fonéticos:
- quota-parte (qu-ó)
- quotidianamente (qu-ó);
- quodidiano (qu-ó)
- quotização (qu-ó)
- quotizar (qu-ó)
- quotizável (qu-ó)
Maria
Quota acha-se cada vez mais escrito «cota». E quotidianamente se vê mais e mais «cotidiano». É da «umidade» tropical que se entranhou nas nacionais mioleiras.
Cumpts.
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