De José Lima a 23 de Outubro de 2016 às 00:41
Vinte cinco euros pelos seis foi bem barato! Eu, pelos meus, há não muito, paguei sessenta e cinco euros e não os mandei encadernar - as capas de origem mantinham-se em estado de conservação bastante aceitável. Porém, calculo que o meu amigo, considerando os preços praticados pelo encadernador a que recorro habitualmente, haja desembolsado por essas obras de arte qualquer coisa entre cento e cinquenta e cento e oitenta euros (como é óbvio, não lhe peço qualquer confirmação).
De Bic Laranja a 23 de Outubro de 2016 às 13:37
Não há problema em revelar. Conto-lhe a história que talvez possa valer um verbete:
O vol. II foi-me oferecido. Adquiri o vol. I num OLX qualquer por menos de 5€. Ambos em bom estado. O caso foi ficando assim e quando me decidi a comprar os restantes, negociei-os em conjunto por pouco menos de 20€. Sucede que estes, embora inteiros, vinham com a cabeça e a lombada muito, muitíssimo amarelecida do pó (e cheirando...), fruto de décadas de armazém, eu me parece. — Desconfio até que foram comprados de propósito para armazenar e esquecer, numa habilidade que deve ter sido concertada, de os subtrair ao público... Isso explica a raridade de certas edições incómodas como esta ou a do livro de Rui Mateus. Coisas da democracia...
Resolvi encaderná-los por causa do estado pior desses últimos 4, portanto. Tudo somado deu 35€ / volume.
Cumpts.
De José Lima a 23 de Outubro de 2016 às 21:10
Os democráticos, sobretudo se abrileiros, são mesmo assim. Veja-se, por exemplo, o que sucedeu com o segundo volume da edição portuguesa de "O Arquipélago de Gulag", de Soljenitsine, destruída na quase totalidade em armazém, ainda antes de haver sido distribuída.
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