7 comentários:
De TMC a 26 de Novembro de 2019
De acordo.

Sempre pensei que "sem-abrigo" não seria um anglicismo. Aparentemente, eu próprio já tinha naturalizado essa adaptação.

O que sugere o caro Bic para nomear os indigentes que dormem pelas ruas das cidades? Desvalidos?

Obrigado mais uma vez.

De Bic Laranja a 26 de Novembro de 2019
Sem pruridos? Vagabundos.
Obrigado eu.
De zazie a 28 de Novembro de 2019
Ora bem. Sempre foi esse o nome que tiveram.

Também ainda digo vagabundos.
De Bic Laranja a 30 de Novembro de 2019
Desde o Latim.
Cumpts.
De [s.n.] a 28 de Novembro de 2019
Pois.
Noutros tempos havia vagabundos, mendigos, aleijadinhos e pobrezinhos.
Era proibida a mendicidade e vagabundagem, os aleijadinhos se soubessem tocar um instrumento safavam-se e os pobrezinhos lá se iam arranjando com uma 'esmola pró pobrezinho'.
Mas, havia dias especiais para toda esta gente: apareciam aos magotes nas feiras, festas e procissões.
Agora, quase toda esta gente é vitima de alcoolismo e toxicodependência e consequente desemprego e abandono familiar, e com as 'irmãzinhas' em empresárias de colégios, lá aparecem umas 'boas almas' a dar algum apoio a estes desvalidos, como que 'sopas do sidónio' se tratasse.
De zazie a 28 de Novembro de 2019
A Almirante Reis em Lisboa está cheia de outro tipo de vagabundos que nem há uns 5 anos atrás me lembro de ter visto-

travestis, prostitutos. Até mostram as mamas e dormem por ali ao molho.
No outro dia estavam dois a debater qual era a médica que arranjava as dentaduras postiças.

Fora isso, existem rapazes e raparigas novíssimos, na casa dos 20 e poucos que são nitidamente imigrantes. E vejo-os a falar ao telemóvel e deitados o dia inteiro.

Contava um homem no autocarro que a SCML dá bolsa a toda esta malta mas ele que precisou de dinheiro por ter partido a perna no trabalho não a conseguiu.

É verdade que no fim do mês se vê uma data de marginais a chagarem as funcionárias quando a bolsa que a Dra disse que já estava a pagamento, ainda não está.

Se for velho e português, com apoio domiciliário e tiver o azar de ir parar ao hospital (com pneumonia por contágio das funcionárias, como é o mais provável e tenho visto diariamente) se ficar com sonda, kaput. Acabou-se o apoio domiciliário porque agora as donas funcionárias deixaram de andar a recibos verdes e no contracto não está especificada a alimentação por sonda.

Estão os direitos a magote. A baixa então está a ser estreada com sucesso no meu bairro.

E já falam em sindicato e greves. A eutanásia está na calha para aliviar isto e não é para "omelesses".
De Bic Laranja a 30 de Novembro de 2019
Pois!…
Pois!…

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