8 comentários:
De João Marchante a 11 de Novembro de 2018 às 01:03
Deliciosas fotografias estas.
De Bic 🍊 a 18 de Novembro de 2018 às 23:40
Também acho fascinantes.
Cumpts.
De [s.n.] a 11 de Novembro de 2018 às 18:56
Já se reparou na segurança total que existia em Portugal por estas alturas? Quem a viveu sabe que era exactamente assim. A sebe de arbustos que separava a rua da Pista do Aeroporto tinha a altura dos joelhos dos veraniantes que observavam os aviões, como se constata na foto. Seria possível sequer imaginar esta paz e felicidade em que viviam os portugueses após o golpe de Abril? Claro que não.

Foi a partir dessa altura que se perdeu completamente a segurança, a paz e a alegria. Os 'grandes democratas' abriram as portas do País de par em par, permitindo a entrada de todas as redes de criminosos que quisessem cá instalar-se para robar, matar, assaltar, traficar e o que mais lhes apetecesse fazer, sem serem mìnimamente incomodados.

E eles fizeram isso sem mais aquelas, levando ao estado deplorável em que política, económica, cívica e moralmente se encontra o País e simultâneamente à insegurança, medo, tristeza, infelicidade e perda da alegria de viver dos portugueses a partir desse malfadado dia e que se tem prolongado até aos dias de hoje.

Todos foram taidores. Pelo mal que fizeram ao País e ao Povo mereciam prisão perpétua.
Maria
De [s.n.] a 17 de Novembro de 2018 às 01:25
Leia-se "roubar" e não 'robar'.
Maria
De Bic Laranja a 18 de Novembro de 2018 às 15:06
A vida era diferente. Mas, eram outros tempos, de facto.
Cumpts.
De Mandarinia a 14 de Novembro de 2018 às 18:49
Era mesmo outro mundo... E o Areeiro não tinha a estátua medonha que lá depositaram.
De Bic Laranja a 18 de Novembro de 2018 às 14:51
Empreendendo na questão, tomo o caso como maui um da apropriação democrática da obra alheia.
O feudo esquerdóide em que tornaram a Alameda grita-o à saciedade.
Com a ponte e com o aeroporto vemos o expoente máximo da praxis.

Cumpts.
De [s.n.] a 19 de Novembro de 2018 às 08:49
Tem razão. O exemplo dado por si da Alameda é, de facto, flagrante.

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