De Mandarinia a 14 de Novembro de 2018
Era mesmo outro mundo... E o Areeiro não tinha a estátua medonha que lá depositaram.
Empreendendo na questão, tomo o caso como maui um da apropriação democrática da obra alheia.
O feudo esquerdóide em que tornaram a Alameda grita-o à saciedade.
Com a ponte e com o aeroporto vemos o expoente máximo da praxis.
Cumpts.
De [s.n.] a 19 de Novembro de 2018
Tem razão. O exemplo dado por si da Alameda é, de facto, flagrante.
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