15 comentários:
De jcb a 4 de Fevereiro de 2016
A costumada "intoxicação social" que temos e que vai em linha com as recentes correntes político-trampolineiras, que dizem que a soma dos derrotados vale mais que o ganhador.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Intoxicação, diz bem. Lavagem cerebral também daria. Quantos não são levados na doutrinação deliberada?
É que já funciona em circuito fechado, esta coisa.
Cumpts.
De [s.n.] a 5 de Fevereiro de 2016
Fugindo do tema.

Não havia 'nexexidade' (como dizia o outro). You know what I mean:)
Maria
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Claro que havia.
:)
Cumpts.
De José Lima a 5 de Fevereiro de 2016
Dependesse só dos "jornaleiros" e votassem só estes, e o "Pódemos" ganharia com, pelos menos, 80% dos votos.
De Zephyrus a 5 de Fevereiro de 2016
O Iglésias ganhou mais de 100 mil euros no último ano.

Dá perto de 10 000 por mês num país onde o salário mínimo não chega aos 700 euros.

Mas diz-se defensor dos pobres.

Bem que poderia ser o primeiro a dar o exemplo, e distribuir o excesso que tem por aqueles que precisam.

Ser socialista com o dinheiro dos outros é fácil
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Ser socialista ou outra coisa qualquer. Com o dinheiro dos outros...
Cumpts.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Como qualquer ladrão.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Sim. E os 20% de sobejo serão até generosos para provar a pluralidade democrática. 5-10% seria suficiente.
Cumpts.
De Zephyrus a 5 de Fevereiro de 2016
Também em França.

http://www.theguardian.com/world/2016/feb/05/not-the-oignon-fury-france-changes-2000-spellings-ditches-circumflex

Há um odor a aventalinho no ar.
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Um fedor!

Cumpts.
De [s.n.] a 6 de Fevereiro de 2016
Realmente dá que pensar... Quem nos governa? Por cá a nível local "cria-se" o típico: http://jf-sdomingosbenfica.pt/partilha-da-receita-do-pastel-sao-domingos/
De Bic Laranja a 8 de Fevereiro de 2016
Notável! O típico na hora; a tradição começa já amanhã.
Estudassem estas bestas um nadinha, cultivassem-se uma migalhinha e saberiam que o típico eram as queijadas. Vem no Guia de Raul Proença (p. 435) que a Gulbenkian reeditou às carradas e vende por treuze euros. Nem raro de achar ou complicado aprender.
Que nulidades, credo!
De [s.n.] a 18 de Fevereiro de 2016
Muito curioso este seu "treuze" sublinhado e repetido. Estou para escrever sobre a fonética do cardinal por si assinalado, tal como o era nos meus tempos de Escola e Liceu e, por habituação, nunca mais deixei de o fazer deste modo, menos acentuado, embora, mas ainda assim... Hábitos da pronúncia havida nas Escolas e Liceus da Capital? Tenho a certeza que sim. Consigo passava-se o mesmo?, esta também era a sua pronúncia? Hummm:)
Mas, diga-me, exactamente por que motivo colocou a fonética do vocábulo em itálico? Volto a repetir, muito curioso:)
Maria
De Bic Laranja a 24 de Fevereiro de 2016
Sei até de quem diga «douze» por afectamento de hipercorrecção, a par de «treuze» por inconsciente reminiscência popular. Ambos os casos coexistem simbiòticamente na mesma pessoa, calcule.
O itálico é só a marcar que é fala popular.
Cumpts.

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