De André Sousa a 1 de Fevereiro de 2017

É de louvar...!
Retórica ele tem!
Tempo também... já percebi!
Talvez reformado... provavelmente... ou a caminho disso!
O que você talvez não tenha percebido, ou melhor, não percebeu mesmo, pois a vontade de colocar (já nem digo escrever) tanta palavra no seu bloquinho de notas digital faz com que não queira entender a mensagem... enfim!

Vou voltar a escrever, pode ser que desta esteja mais atento... :

"Que tal mencionar o nome do(a) jornalista que escreveu a peça em causa??
O objectivo é criticar a forma como o texto foi redigido, certo (?) então mencione que há um jornalista (ou talvez não!) da Sociedade Independente de Comunicação que fez um trabalho diferente do que gosta, ou está habituado..."

Vou traduzir para que não perca muito (mais) tempo... que tal mencionar o jornalista que escreveu o texto (?) sim, criticar o Sr. ou Sra., isso sim!
Não defendo, nem quero defender estações de televisão... mas se quero falar sobre alguma coisa, refiro-me à pessoa (!) isso sim... é ser inteligente (!) porque não o faz (?) menciona o nome da pessoa em causa, elabora o seu "textinho" todo "bonitinho" e envia para quem de direito na estação que refere... isso sim... é inteligente (!) e sim... já o fiz, a vários jornalistas... e sim... dá dores de cabeça, como jornalistas que são vão "puxar os seus coelhos da cartola", mas ao menos não me escondi num sítio da internet onde posso escrever o que quero à espera que alguém veja... envie a carta e confronte o jornalista, seja inteligente!

A terminar... só lhe dou razão numa coisa... na forma como o jornalismo é feito em Portugal... ou será da sociedade (?) você se não vê a "sociedade industrial de concentrados", das duas uma... ou critica o canal do correia da manhã, mas no fundo passa os pelo jornal para ver as "gordas" e é um consumidor desse tipo de notícias... ou... (espero eu!) vê o bloco informativo das 21h na RTP2, eu falo por mim...

Que continuem as hostilidades...

Cumprimentos,
André
De Bic Laranja a 1 de Fevereiro de 2017
De retórica o prezado André não fica a dever nada.
O que o aflige (em modo telegráfico; intervalo de almoço em dia laboral):
O(a) jornalista não sei, por isso não pude indicar. Mas dei a ref.ª — «A sociedade industrial de concentrados S.I.C. abriu o seu telejornal jornal P.J. (leia-se pejota) ontem [30/1/16] ao almôço com esta notícia» &c.
Passou-lhe, é o que se pode dizer.
Cumpts.
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