10 comentários:
De MCV a 30 de Novembro de 2015
Meu Caro:
Já eu sou pela certificação e classificação patrimonial das bestas.
Com ou sem chocalho tapado.
Abraço
De Bic Laranja a 1 de Dezembro de 2015
Sim. As bestas são a maior e mais vasta instituição patrimonial portuguesa. Merecem bem certificação por inteiro e não só do chocalho.
Cumpts.
De gato a 30 de Novembro de 2015
Quem foi ao sequim de ouro?
Abraço
De Bic Laranja a 1 de Dezembro de 2015
A cavalgadura investida.
De Inspector Jaap a 7 de Dezembro de 2015
Só que não chocalhou; não o deixaram, que parece que o chocalho lhe tinha sido atado ao pescoço depois do prazo legal.
Cumpts
De Bic Laranja a 7 de Dezembro de 2015
E quem no quereria ouvir?
Cumpts.
De gato a 30 de Novembro de 2015
C Martins, dizem que foi artista. Na história do coro de sto amaro de oeiras está lá um pessoa com nome igual e referenciam uma gémea Martins.
De Bic Laranja a 1 de Dezembro de 2015
O côro de St.º Amaro admite esganiçadas?
Cumpts.
De [s.n.] a 3 de Dezembro de 2015
Alguns anos depois do 25/4, a propósito de uma efeméride relativa a Fernando Pessoa, numa pequena entrevista a Mª Barroso, na RTP e em directo, perguntaram-lhe o que pensava de Fernando Pessoa como poeta e também polìticamente. Resposta algo titubeante, como que à procura das palavras apropriadas à ocasião (a frase foi mais ou menos esta e cito de memória) "... um grande escritor e naturalmente um homem de esquerda"(!!!)

Nesse dia havíamos tido visitas para jantar. Nisto e após ouvidas aquelas palavras vindas de uma criatura que sempre foi, tal como o maridinho, falsa, interesseirona por estatuto e dinheiro e traidora à Pátria e proferidas ùnicamente ou para iludir os incautos (tentando puxar o genial escritor para a sua área política por pura conveniência e cinismo) ou por ignorância chapada ou pelas duas em uníssono, um dos nossos amigos, ouvido o completo despautério, exclamou indignado "Mas esta criatura é doida, não sabe o que está a dizer! Pessoa era tudo menos esquerdista, ele era sim de direita e bem de direita e os seus poemas e demais literatura comprovam-no à exaustão! Se mais não fora e há muito mais, bastar-nos-iam duas criações paradigmáticas, a Mensagem ou ainda o seu extraordinário tributo ao "Presidente Rei" - numa exaltação patriótica a Sidónio Pais que tanto nos orgulha como Povo e nos comove profundamente - e naqueles encontrar-se-ia a prova provada".

Conhecer-se a personalidade de Pessoa, bem como a génese da sua literatura - impregnada de amor à Pátria e aos feitos gloriosos dos seus Heróis passados - e ainda assim ter a supina lata de proclamar que ele era um homem de esquerda..., é preciso topete. Para dizer o mínimo.
Maria
De Bic Laranja a 4 de Dezembro de 2015
Típica apropriação pessoal por via da colectivização. Não espanta, pois que é «modus operandi» das esquerdas em geral e dos Soares em particular.
« Sob o governo de Guterres [...] os cofres do estado abriram-se generosamente para a Fundação Mário Soares. Instalada num edifício camarário, recebia 7 500 contos anuais do governo para arrendar um gabinete a Soares (a que este tem direito como ex-presidente). O Ministério do Ambiente [sabemos quem era o ministro?] atribuiu-lhe 300 mil contos para uma nova sede; só o partido «Os Verdes» questionou a relação entre a Fundação Mário Soares e o meio ambiente. No final de 2001, através do ministro da Cultura, Augusto Santos Silva, recebeu 6 000 contos só para digitalizar os arquivos [umas jóias guardadas: documentos inéditos do G.O.L. dos anos 1910-34]. Durante cinco anos, Soares obteve do estado, para a fundação, 752 807 contos.
[...] Após dois mandatos, quase octogenária, Maria Barroso ficou dispensada da presidência da Cruz Vermelha pelo ministro da Defesa, Paulo Portas. Gerou-se polémica de alta densidade, como se o domicílio dos Soares fosse a nação inteira.»

J. Freire Antunes, Os Espanhóis e Portugal, 1.ª ed., Oficina do Livro, [Lisboa], 2003, 521, passim.


O «domicílio» já deveio em feudo: Magali Pinto, «Carro de Soares abandona acidente; ex-presidente ignora a vítima e manda motorista arrancar», in Correio da Manhã, 4/XII/15.

Cumpts.

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