De [s.n.] a 25 de Março de 2014
Que maravilha de vista. Não pròpriamente pela arquitectura - os edifícios não são nada por aí além mas era o que se construía na altura - e sim pela simetria da Praça, pelo enquadramento perfeito, pelo planeamento correcto, pela largueza do espaço, pelo asseio e impecabilidade de tudo à volta (sendo este um dos pontos de honra do município lisboeta e de todos os outros do país) e por fim mas não menos importante, pelo enorme bem-estar que se traduzia numa paz que inconscientemente nos enchia de uma felicidade indefinível ao percorrer a qualquer hora estas e outras Praças, Jardins, ruas e Avenidas de Lisboa e do resto do País.
Maria
De Bic Laranja a 25 de Março de 2014
O aprumo da cidade era realmente outra coisa.
Vivemos tempos de desencanto.
Cumpts.
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