2 comentários:
De Joe Bernard a 19 de Janeiro de 2014
Pobres marco quilométricos...
Alguns, meio enterrados, outros abandonados, outros ainda, pintados...
E os hectométricos? Desprezo absoluto.
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2014
É o desmazêllo em acção. Cuidar do patrimonio deixou de ser um fim em si. Se se faz, é como meio de dar empreitada a amigalhaços; á troca duns cobres para a campanha eleitoral e d'uns emprêgos a haver. Mas o que rende mais é obra nova; pôr latas a fazer de marcos rodoviarios é mais modernaços e sempre apaga a obra da longa noite.
Cumpts.

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