9 comentários:
De [s.n.] a 19 de Maio de 2016
Tudo tem óptimo aspecto. A cheirar a novo...
De Bic Laranja a 19 de Maio de 2016
Era magnífica, não era?
Cumpts.
De [s.n.] a 19 de Maio de 2016
Realmente durante o Estado Novo construia-se muito bem. Excepção feita aos Olivais (o que se terá passado?). Esta zona da Av. de Roma, bem como o Bairro de São Miguel, ainda hoje são muito procuradas. Obrigada por mostrar estas lindas fotografias.
De Bic Laranja a 19 de Maio de 2016
Os Olivais, o bairro como um todo, com jardins entre os prédios é digno de admiração. Mas a arquitectura do betão, depois do Português Suave, é para esquecer.
Cumpts.
De zazie a 20 de Maio de 2016
Os Olivais é bem posterior mas o bairro da Encarnação é muito bonito
De zazie a 20 de Maio de 2016
Lindíssimas fotografias e grande arquitectura.

Nunca mais se fez nada assim

De Bic Laranja a 21 de Maio de 2016
Não. A moda estrangeirada e os $$ passaram a ditar a arquitectura e o urbanismo.
Cumpts.
De Almeida a 20 de Maio de 2016
Existe nestas imagens um encantamento que nao consigo definir muito bem. Talvez se deva à harmonia e a um certo vazio inicial, de começo e de promessa de perenidade. Faço parte da geração que por aqui passeava pela mão do pai ou da mãe a fazer perguntas e a ouvir historias. Por aqui passava muitas vezes, ao sabado no final das aulas da primaria. Talvez por me lembrar ainda agora das sensações que me provocava essa harmonia,passo a passo, pela mao da minha mãe que eu acompanhava nas pequenas compras de final de semana antes de tomarmos o autocarro de volta a casa. Lembro- me particularmente de a caminho deste local, vindo da minha escola que se situava no cimo da Dom Afonso Henriques, descer num desses finais de sábado, pela primavera, a Alameda e de pensar que tudo fazia parte dum filme. Estava tudo florido e arranjado, ordenado, bem estruturado, da Fonte Luminosa brotava o som de jactos de água.
A subida da Guerra Junqueiro, ainda com duas vias - única estrada em Lisboa de que me lembro ter visto a divisoria central das duas vias ser feita em metal em vez de tinta branca - era a parte mais penosa devido às continuas interrupcoes de entradas e saídas nos estabelecimentos, ate se chegar à João XXI onde tomaríamos o 22 rumo à Encarnação.
Há um território que faz parte de nós, que nos é querido, que é indizível nos remete para o sonho, para a nostalgia.
Esse território que não é só físico: é a nossa própria ampliação, identifica-nos e transcende-nos. É aquela coisa só de nós de que muitas vezes nos esquecemos por estar sempre presente, mesmo quando estamos longe destes e de tantos outros locais.
Este blog ajuda muito a relembrar-mo-nos de que existimos e faz-nos reflectir sobre porque é que existimos e como chegámos até aqui.
De Bic Laranja a 21 de Maio de 2016
Obrigado do comentário.

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