11 comentários:
De Martim Moniz a 17 de Janeiro de 2019 às 10:53
A propósito https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/estamos-vivendo-uma-crise-de-civilizacao-diz-filosofo-frances/
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2019 às 15:16
Parece-me mais um fim de civilização. Tudo isto se assemelha ao Baixo Império dos sécs. IV e V: invasões de bárbaros, definhar das artes, da cultura, de valores. Com a vertigem tecnológica da era digital haverá um apagão de memória como na alta Idade Média.
Daqui a séculos os vindouros verão.

Cumpts.
De gato a 17 de Janeiro de 2019 às 14:22
Ainda nos anos 1970, era já evidente que 'isto' é uma 'malta' selvagem. Bastava passar a fronteira para nos darmos conta de tal.
Não sendo 'tão velho' como Martin Moniz, não é novidade.
Cump
De [s.n.] a 17 de Janeiro de 2019 às 18:56
Selvagens sim,mas sempre em nome do Progresso(entre outras coisas bonitas e fofas e moderninhas).A propósito tenho estado a ler Rousseau ( o positivismo de Comte também merece ser lido para introdução à religião do progresso que desenbocou no actual estado de coisas) em um livro muito interessante sobre a História da Filosofia(dos pré-socráticos à filosofia contemporanea).
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2019 às 15:20
É regresso, não progresso. Regresso do paganismo: endeusamento dos bichos, das águas, das árvores, das pedras...; as tatuagens são outro rito de povos primitivos.
Cumpts.
De Pedro Nogueira a 17 de Janeiro de 2019 às 19:38
Comportam-se de igual modo em casa, porque haveria de ser diferente na rua?
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2019 às 14:34
É possível. Mas em casa é lá com eles.
De Pedro Nogueira a 19 de Janeiro de 2019 às 14:48
É uma guerra perdida. Os que deveriam transmitir alguns valores, também já não os têm e aqueles que ainda estão em idade de os receber, não querem aprender.
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2019 às 15:00
Pois! Se nem um puxão de orelhas podem os pais dar aos filhos, como hão tantos traquinas de tomar lições? Especialmente se com isso os pais até vão presos.
Cumpts.
De Mandarinia a 18 de Janeiro de 2019 às 05:47
Às crianças exige-se atenção durante 90 minutos, o programa de matemática que dantes se dava ao 6º ano começa-se agora a dar no 3º ano, já correr, brincar, subir às árvores é que não (até porque nas escolas onde é que as há?), tudo muito bem comportadinho e até "inclusivo".
Os adultos é que brincam com as suas trotinettes, tuk-tuks, telemóveis, agem como adolescentes, falam como adolescentes e vestem-se como adolescentes. É tudo muito engraçado mas fica a pergunta: se um cego (sim ainda digo assim) ou alguém em cadeira de rodas, ou carrinho de bebé passar em Alvalade, faz o quê para contornar estes bichinhos coloridos? Também não é suposto fazer exercício físico? Andem que é melhor.
De Bic Laranja a 19 de Janeiro de 2019 às 14:55
@s menin@s são para deixar das 8h00 às 18h00 na creche escolinha no infantário depósito logo aos 3 aninhos. Correr, saltar, subir às árvores só com certificação. Aos 5/6 aninhos, em passando para a 1.ª classe (ninguém reprova porque a doutrinação é garantida) vão todos em viagem de fim de curso ccertificadamente enquadrados pelas educadeiras diplomadas.
Os adultos são como disse: a maturidade acaba na adolescência e daí ouvir-se constatemente nas notícias de jovens de vinte e tal, trinta e até 40 anos.
Cegos e paralíticos só contam para eufemismos novilinguísticos e letra de forma em diplomas legais pretensamente «inclusivos». Na prática é uma religião de não praticantes em que se muito prega a nova moral e salvação do planeta.

Cumpts.

Comentar