8 comentários:
De [s.n.] a 3 de Maio de 2017
Bem, só lhe digo que fui ver esta maravilha há poucas horas. Uma verdadeira beleza, tanto a música-fandango como a bailarina(?). Amanhã comento sobre a quantidade de vídeos que me deu vontade de ir ver e ouvir, claro, após o visonamento deste... Nem imagina:)
Maria
De [s.n.] a 4 de Maio de 2017
Comecei com o fandango que sugeriu, vi-o duas vezes. Depois fui logo a seguir ver o mesmo fandango mas dançado por Sara Calero. Um deslumbre. Vi este vídeo quatro vezes.
De caminho e não resistindo a outro fandango, fui ver um concerto dirigido por André Rieu - um assombro de maestro. De seguida e porque estava maravilhada com o virtuosismo deste fantástico maestro-violinista(e que violinista!), fui ver (e ouvir, ouvir!) sob a sua direcção a inexcedível Carmina Burana, de Carl Orf. Um verdadeiro sonho. Vi quatro vezes. Depois, cada vez mais maravilhada pela execução primorosa dos extraordinários músicos que compõem esta belíssima orquestra, fui ver e ouvir, novamente sob a impecável condução do maestro André Rieu, o Concerto de Aranjuez de J. Rodrigo. Outra peça de ouvir e de chorar por mais. Vi este vídeo cinco vezes. Ainda ouvi por alguns momentos o Bolero de Ravel num concerto em Paris sob a direcção de Rieu e por ele ainda, durante alguns minutos duas valsas de Strauss, pai e filho. Por Rieu ainda e divergindo para algo mais ligeiro que parece ter agradado ao público, ouvi uma pitada de "Besame mucho", uma canção romântica lindíssima e de facto eterna. Mas dada a hora tardia tive que deixar para outro dia o visionamento daqueles últimos concertos.

Agora que escrevi tudo isto não sei se não irei ver/ouvir mais uma vez um destes concertos... Tanto Carmina Burana como o C. de Aranjuez são de tal modo belos e a execução dos músicos é de tal modo perfeita que quase nos trazem lágrimas aos olhos. omo de resto uma jovem espectadora, no meio de um público imenso, bem o demonstrou.

A título de informação, devo dizer que tenho em casa todos estes concertos (e muitos, muitos mais e dezenas de óperas) mas em discos de 78rpm, comprados há muitos anos por um melómano cá de casa. Só que o gira-discos onde os ouvíamos, excelente ademais - alta-fidelidade, óptima acústica, com dois enormes alti-falantes - também já não é usado há dezenas de anos porque outros processos auditivos mais modernos e mais rápidos se impuseram. Desde há largo tempo que recorro/recorremos mais a CD's, bem sei que não é o mesmo, o som é menos límpido, mas vai servindo... e é melhor que nada.
Maria
De Bic Laranja a 6 de Maio de 2017
Aconteu-me o mesmo. Mas não fui além do fandango. Também gostei muito da Sara Calera, e dumas outras versões do Boccherini. Há uma scena dum filme com a Penélope Cruz em despique com outra dama palaciana. Há um ensaio de Ophelia Gaillard. Há outra versão com Nina Corti e as castanholas...
Cumpts. :)

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