De [s.n.] a 29 de Dezembro de 2017 às 03:13
Desculpe sair do tema, mas se não o faço hoje nunca mais é. Lá volto eu a bater na mesma tecla...
Este, tal como os anteriores, é sobre os tropelos à língua portuguesa dos jornalistas das televisões (os dos jornais não sei, porque os não compro, excepto o jornal O Diabo que leio semanalmente e que não os comete.
É também sobre o gesticular despropositado e dos maneirismos exagerados e ridículos ao máximo d'alguns deles. É ainda sobre o palavreado de baixo nível a roçar o ordinário d'alguns apresentadores.
É sobre a fonética correcta ou a falta dela.
É sobre os tiques e ademanes e piadas parvas e o lamber dos dedos nos cozinhados que estão a ser confeccionados pelos convidados (tanto o João Naião como a Rita Ferro Rodrigues o fazem - apelido desta causa-me vómitos até à bílis) e a ter saídas da casca do mais vulgar e por vezes até ordinário. Por ambos serem péssimos apresentadores precisam de ser substituídos com urgência. Desprestigiam a SIC mais do que ela já está e desde há muito.
É sobre o frazir da testa a cada palavra proferida e perante as câmaras com ar por demais descontraído perante as câmaras, como se estivessem a conversar descontraìdamente com amigas na esplanada e não a ler as notícias para milhões de pessoas (Rita Fernandes(?), SIC).
Há uma jornalista jovem, Sara 'qualquer coisa', da SIC, que faz propositadamente um som anazalado a falar (para parecer muito competente, nota-se perfeitamente) acrecentando um "je" a cada palavra!!! (ex: masje, fazje, ministrosje, vamosje, feitoje, etc., tornando a sua dicção incorrecta e o mesmo no tom de voz ).
O acenar repetida e irritantemente que "sim" com a cabeça ao fim de cada frase (Pedro Pinto, TVI).
Há um jornalista da RTP, não dos novos, que normalmente diz as últimas otícias da noite (estava há bocado a dizê-las), não é mau jornalista, mas peca pelo mesmo defeito dos/as colegas que acrescentam o "che" às palavras, o que torna o discuro muito feio e é totalmente desnecessário.
Maria
(cont.)
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