De André Sousa a 30 de Dezembro de 2017 às 17:44
Olá Maria, boa tarde.

Faça "copy" + "paste" do seu texto e envie para a Dra. Margarida Almeida Rocha da ERC (ERC - Entidade Reguladora para a Comunicação Social).
Infelizmente o email que tinha "devolve-me" as mensagens.

Um "desabafo" semelhante ao seu (um pouco mais elaborado e delicado, diga-se!) mereceu resposta da própria.
"Vale o que vale" (ou "valeu o que valeu").

Bom ano!

André Sousa
De [s.n.] a 30 de Dezembro de 2017 às 22:46
André Sousa, obrigada pelo seu comentário e sugestão, mas parece-me que essa tal ERC não iria ligar nenhuma a estas críticas. Devem receber montes delas e se calhar responder-me-íam (se acaso o fizessem...) a dizer que tinham tomado boa nota do email e limitavam-se a agradecer.

Olhe, há uns anos, nalguns casos até há bastantes anos, cheguei a enviar cartas para alguns jornais com alguma crítica, sugestão ou a dar os parabéns ao director ou ao autor de derterminado artigo ou crónica e sempre tive a agradável surpresa de os ver publicados na secção "Correio do Leitor" nuns casos, noutros não me recordo do nome da secção respectiva. E corrigiam sempre o que lhes dizia estar menos correcto.

Houve uma altura em que escrevi uma ou duas cartas separadas por meses, para o jornal infelizmente desaparecido há muito, O Tempo. Neste havia belíssimas crónicas do saudoso Manuel de Portugal.

Há uns anos largos cheguei a escrever para O Diabo (o único jornal que desde há muito adquiro) e também publicaram a minha carta. Baseava-se em criticar o Miguel Sousa Tavares numa altura em que ele só dizia disparates. Desde então até hoje ele não se modificou, continua na mesma.

Como vê sou uma leitora/telespectadora atenta e não me coibo de criticar o que há para criticar, agora não para os jornais - não os compro, excepto O Diabo, que graças a Deus recusa a ortografia segundo o AO90 - mas através dos blogos, no caso neste excelente que todos os atingidos lêem, sobre o que de errado ou detestável ou menos mau é possível observar nos vários canais televisivos.

Sabe, eu aprendi o português impecàvelmente, assim como outras línguas. Sou perfeccionista em tudo e mais ainda na nossa língua. Não suporto que quem tem resposabilidades acrescidas - jornais, televisões (rádio não sei porque não ouço) e literatura em geral - no uso do português, o façam com erros crassos em qualquer da suas vertentes, seja na escrita ou na oralidade.

Um português deficiente é imperdoável em qualquer profissional, mormente em jornalistas, sobretudo porque há milhões de portugueses que aprendem ou aperfeiçoam a nossa língua através dos jornais e de programas de TV.

Votos de um Bom Ano para si também.
Maria
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