8 comentários:
De [s.n.] a 11 de Junho de 2023
Afinal, é : a TAP ou os TAP

Cumpts.
De Bic Laranja a 11 de Junho de 2023
Resposta breve: ambos.
Explicando sucintamente.
«Os T.A.P.» eram a secção dos (cá estão) Transportes Aéreos Portugueses do Secretariado da Aviação Civil — S.A.C., criados em 45 por uma Ordem de Serviço do H. Delgado, que era o secretário da coisa ((O.S. n.º 7 / 14MAR1945).
«A T.A.P.» é uma forma elíptica de dizer a Comp.ª / a empresa T.A.P.,S.A.R.L., constituída em 1 Junho de 1953.
A primeira forma caiu em desuso por esta história e sôbre tudo, creio, pela lei do menor esforço.
Cumpts.
De [s.n.] a 11 de Junho de 2023
Obrigado, então será como diz.
Pensei tratar-se de alteração da denominação da empresa alterando o pacto social de Transportes Aéreos Portugueses para Transportadora Aérea Portuguesa.

Cumpts.
De Bic Laranja a 11 de Junho de 2023
Não, pois, bem vê. Isso da «trasportadora aérea» costuma mais é sêr «nacional»; coisa de publicistas a dar-se a ares de oratória; bem que às vezes digam «portuguesa» também, como disse. Mas o caso é, se querem fugir a dizer a sigla TAP e dizem aquela coisada tôda «transportadora aérea &c.», bem podiam dizer o que a sigla abrevia: Transportes Aéreos Portugueses, ora bem! Não soa tão bem? Eu acho que sim.
Porém, como acertou certa vez de dizer o Cte. Viegas Ferreira de Almeida, o que foi, é e haveria de ser, era «a nossa TAP, a Air Portugal deles»…
Cumpts.
De Joe Bernard a 13 de Junho de 2023
Só por curiosidade:
O Dr. Castelo Branco era o terror dos exames médicos de admissão.
Lembro-me bem dele, como seu cabelo cortado à escovinha, e em Paris, segundo ele, visto a sua consorte ser francesa.
De Bic Laranja a 13 de Junho de 2023
Boa achêga.
Obrigado!
De Jorge Afonso a 29 de Junho de 2023
Shackleton Mk3...
https://raffeaea.com/home/many-a-mickle-maks-a-muckle/
De Bic Laranja a 29 de Junho de 2023
Formidável!

Visibility had dropped to one-and-a half miles in the smoke haze from the city and ‘it was with some surprise’ that we saw the Salazar Bridge directly ahead and above us! (Because of it’s recent construction it wasn’t on our charts!)
As we could not fly beneath the bridge and we hadn’t got the power to climb over it, we turned away and flew down the estuary in a desperate but unsuccessful attempt to gain height. At this stage the Captain of a Portuguese Boeing 727 belonging to TAP heard on R/T our predicament and offered his assistance. He then closed in, reduced his speed to match our 140kts, and led the way across the outskirts of the city to the airfield.


E vem a ver-se, o avião da Real Força Aérea britânica não rumava Gibraltar, mas voava daí para Ballykelly, na Irlanda do Norte. um regresso para passar o Natal em casa que por uma nesga não acabou mal.

Obrigado!

Comentar