8 comentários:
De fty a 6 de Fevereiro de 2018
São crendices diferentes. A do acordês é matéria das lojas.
De Bic Laranja a 7 de Fevereiro de 2018
E não chegou o petróleo já lá? Lembre-se do aquecimento global (ou alterações climáticas, conforme seja Verão ou Inverno).
Não estão as lojas metidas nele?
Cumpts.
De Valdemar Silva a 6 de Fevereiro de 2018
Pois, quando o pitrol está acabar, ou não está a dar, vai a vela para alumiar ou o que está a dar.
Contava-se aquela história das pessoas poderem levar quantos livros quisessem, das Bibliotecas Ambulantes da Gulbenkian, para ler em casa e de graça. O Manel da Zefa, alentejano que sabia ler e com gosto da leitura, gastava o pitrol do candeeiro lendo belos livros à noite. Mas, passado uns tempos ficou cismando no gasto do pitrol para ler os livros: querem lá ver que o tal Gulbencã empresta os livros pra nós gastarmos pitrol?
Estas Bibliotecas foram obra do Dantas 'Vermelhão' para a Gulbenkian se fazer à situação.
Em todo o caso com um serviço meritório ultrapassando o Estado em muito aspectos culturais.
Valdemar Silva
De Bic Laranja a 7 de Fevereiro de 2018
Uma rica história. Mas V. sempre recompõe. O facto é que foi o Estado (melhor, o estadista) que aproveitou o que valia C. Gulbenkian, mai-la Fundação, para bem comum.
Mérito à filantropia como ao bom governo.
Cumpts.

De [s.n.] a 7 de Fevereiro de 2018
Grande Calouste Gulbenkian, um grande Senhor. Foi uma honra enorme (e uma sorte) ele ter vindo estabelecer-se em Portugal. Os portugueses devem-lhe muito em todas as áreas, desde a científica, passando pelo apoio à cultura e acabando na verdadeira e profunda amizade que professava por Portugal e pelo seu Povo.


Aproveito para deixar mais umas dicas sobre o assunto do costume e porque nada tem a ver com este seu tema, peço-lhe desculpa.

A Conceição Queiroz continua a não saber falar português e tem uma dicção inadmissível. E para compor o ramalhete, ela teima em usar aquele acabelo horrível, julgando que fica muito bonita e sobretudo muito original. Lá original ficará, mas mais parece ter agora não uma, mas duas esfregonas enfiadas na cabeça. Esta rapariga projecta uma imagem extremamente deselegante com aquela carapinha rústica, além de a prejudicar como apresentadora de um métier que requer sobriedade e compostura, exige, tanto quanto o resto, uma apresentação geral (cabelo, roupa, maneiras) irrepreensível.

A Clara de Sousa da SIC, que continua com a mania que é a jornalista mais vampe de Portugal e nem é grande coisa como jornalista, a falar só faz boquinhas para parecer ainda mais vampe... e contudo não há meio de ir para Hollywood fazer fitas. Esta rapariga com aquele cabelo meio louro-palha meio preto (outra que não tem a noção das conveniências), a juntar a péssima pintura das sobrancelhas "à palhaço", parece um verdadeiro travesti.

Caramba!, quando é que o director de informação da SIC afasta esta rapariga do telejornal? Já não se aguenta ter de a suportar (felizmente vejo pràticamente e só a TVI), tal como a outra referida mais cima.

A Manuela Moura Guedes, quando aquela fugiu da TVI e aterrou na SIC de certeza por uma bruta cunha metida pelo então marido por este deter na altura um cargo de chefia neste Canal, à pergunta sobre o que lhe apetecia dizer sobre aquela, respondeu simplesmente "tem a cor de burro quando foge"...
Maria
De Bic Laranja a 10 de Fevereiro de 2018
O director de informação da S.I.C. é irmão do primeiro ministro do Rato. Nada se espera dum destes, muito meno informação. Director também não é porque grafa o pomposo cargo à brasileira.

Cumpts.
De [s.n.] a 11 de Fevereiro de 2018
"O director de informação da S.I.C. é irmão do primeiro ministro do Rato."

Pois, desta maltosa brava nada de bom se pode esperar.

Mas então o Ricardo Costa não deixou a direcção da SIC para ir dirigir o Expresso? Ou foi ao contrário?...

Também não interesa, estou farta desta gente, não lhes ligo nenhuma. Na verdade já não os posso ver nem ouvir e muito menos saber o que andam a fazer profissionalmente.

O que se vai sabendo é que saltitam de um cargo para outro com o apoio do sistema (ao qual pertencem) com a maior das facilidades e entre um posto de trabalho e outro continuam a empochar montes de massa porque estão protegidos por um sistema que nunca os abandona, mesmo se estiverem durante meia dúzia de dias no desemprego. O que para este género de gente nunca acontece.

É a paga pelo 'belo' serviço que os vendidos desempenharam enquanto jornalistas durante o tempo em que o foram. E continuarão a fazer o mesmo em cargos subsequentes.

Não há nada como pertencer ao sistema, os que o fazem têm a vida assegurada. A deles, dos pais, irmãos, filhos, sobrinhos, amigos e familiares destes.
E viva a 'democracia'!
Maria
De Bic Laranja a 13 de Fevereiro de 2018
Se deixou uma pela outra, confesso, não estou a par. A personagem merece-me poucochinho interesse, e nisso concordamos. É só mais uma dessas rolhas, que se mantêm à tona, dada a natureza das cousas.
Cumpts.

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