De [s.n.] a 7 de Fevereiro de 2018 às 21:21
Grande Calouste Gulbenkian, um grande Senhor. Foi uma honra enorme (e uma sorte) ele ter vindo estabelecer-se em Portugal. Os portugueses devem-lhe muito em todas as áreas, desde a científica, passando pelo apoio à cultura e acabando na verdadeira e profunda amizade que professava por Portugal e pelo seu Povo.
Aproveito para deixar mais umas dicas sobre o assunto do costume e porque nada tem a ver com este seu tema, peço-lhe desculpa.
A Conceição Queiroz continua a não saber falar português e tem uma dicção inadmissível. E para compor o ramalhete, ela teima em usar aquele acabelo horrível, julgando que fica muito bonita e sobretudo muito original. Lá original ficará, mas mais parece ter agora não uma, mas duas esfregonas enfiadas na cabeça. Esta rapariga projecta uma imagem extremamente deselegante com aquela carapinha rústica, além de a prejudicar como apresentadora de um métier que requer sobriedade e compostura, exige, tanto quanto o resto, uma apresentação geral (cabelo, roupa, maneiras) irrepreensível.
A Clara de Sousa da SIC, que continua com a mania que é a jornalista mais vampe de Portugal e nem é grande coisa como jornalista, a falar só faz boquinhas para parecer ainda mais vampe... e contudo não há meio de ir para Hollywood fazer fitas. Esta rapariga com aquele cabelo meio louro-palha meio preto (outra que não tem a noção das conveniências), a juntar a péssima pintura das sobrancelhas "à palhaço", parece um verdadeiro travesti.
Caramba!, quando é que o director de informação da SIC afasta esta rapariga do telejornal? Já não se aguenta ter de a suportar (felizmente vejo pràticamente e só a TVI), tal como a outra referida mais cima.
A Manuela Moura Guedes, quando aquela fugiu da TVI e aterrou na SIC de certeza por uma bruta cunha metida pelo então marido por este deter na altura um cargo de chefia neste Canal, à pergunta sobre o que lhe apetecia dizer sobre aquela, respondeu simplesmente "tem a cor de burro quando foge"...
Maria
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