22 comentários:
De [s.n.] a 15 de Novembro de 2017
Acabei por não lhe perguntar uma coisa, depois de ver as fotos nos textos do Quebra-Bilhas. Numa das fotos em que se vê a Igreja do Campo Grande, será que ela ainda existe? Pergunto, porque os que têm estado à frente da Câmara e isto desde há décadas, têm mandado derrubar tudo o que eles achem que está a mais, se calhar até Igrejas, desde que satisfaçam os interesses dos empresários da construção civil, todos eles seus amigos... para receberem o retorno em milhares ou milhões, como se sabe.

Não me recordo da fachada, era muito pequenina na altura e nós entrávamos sempre pela porta lateral à direita que não é possível ver-se, claro, mas esta Igrejinha é um mimo pela sua pequena dimensão e pela simplicidade da arquitectura.
Maria
De Bic Laranja a 18 de Novembro de 2017
A igreja do Campo Grande, sim, existe. É a paroquial dos Santos Reis Magos. Parece-me é que se avergonham da invocação, porquanto as paredes dos anexos modernaços do centro paroquial exibem, impante e duplamente, o nome profano da paróquia. A própria página da paróquia remete a invocação dos Santos Reis para dentro dum parêntesis, dando primazia à designação profana. Já nem os santos velem à Igreja, pelo visto...

Mas atenção! A igrejinha que vemos na fotografia deste verbete não é a paroquial. É antes uma mais adiante, no sentido do Lumiar, perto duma universidade de relvosa fama que há por ali numas casas onde foram a fábrica de lanifícios do Campo Grande e, ao depois, o Batalhão do Serviço de Transportes do Exército português, e é da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco.

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