7 comentários:
De muja a 20 de Setembro de 2016
Têm medo que se pelam da verdade.

De Bic Laranja a 20 de Setembro de 2016
Verdadeiro terror.
Cumpts.
De Inspector Jaap a 21 de Setembro de 2016
Esta rapaziada é especialista em fazer heróis a partir do nada, assim uma espécie de criadores de fogos-fátuos, o produto natural do pântano em que vegetam toda a sua miserável vidinha, a lambuzarem-se à nossa conta, no estatal gamelo que é preciso merecer; daí que digam qualquer coisa que se lhes ordene, sem qualquer sentido crítico.
E quanto a heróis, é só ver este grande anti-faxista do Azeredo que pôs, ao que parece, o Dr. Salazar em sentido, na esteira dum Aristides, funcionário menor dos N.E. e, de repente promovido a herói de pacotilha; um dia destes será o morte(água) ou qualquer gente desse jaez; é esperar para ver.
De facto tinha o mestre Maistre mais do que razão:
- Cada povo só tem os merdi@ que merece.
Cumpts
De Bic Laranja a 22 de Setembro de 2016
Pior. Não ouvi há tempo a Flunser incensando exilados e desertores?!...
O antifascismo é mama de ricos dividendos. Mesmo 42 anos depois. Com o dinheiro dos impostos. A História que se dane: a formidável História de Portugal do Mattoso (Círculo de Leitores, 1993, 8 vols. encadernação de luxo, miolo em papel couché, lindos de adornar estantes), no vol. que dedicam ao Estado Novo referem uma única vez a Azeredo Perdigão, como apoiante do M.U.D.; sobre o/a Gulbenkian nem pio — o mérito dela calha a quem sabemos... Em 93 ainda havia pudor em mentir opondo Perdigão a Salazar no assunto da Gulbenkian; daí a omissão; hoje campeia a mentira desavergonhada, como vê.
Cumpts.
De [s.n.] a 21 de Setembro de 2016
Acho impossível hoje em dia ler ou escutar uma voz isenta que fale do Estado Novo ou do Prof. O. Salazar nos órgãos de comunicação social. Também não deve ser tarefa fácil fazer o mesmo em frequência de mestrado ou doutoramento em História nas diferentes universidades do nosso país (pense-se na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova, por exemplo). A história é sempre escrita pelos vencedores, já se sabe, mas o que vale é que tem uma memória muito longa e talvez um dia se possa abordar estes assuntos com mais seriedade.
De Bic Laranja a 22 de Setembro de 2016
Alguém que se descaia na isenção (mera isenção fugaz, não incensão), nos me(r)dia, cai em desgraça.
Chamem-lhe democracia.
Nas quintarolas cá do burgo, mormente nesse antro que nomeia, quem não maquilhe Salazar com sombra PIDE ou base fâchista dão-lhe o arroz; licencia-se pelos mínimos para cínica humilhação. — Filipe Ribeiro de Meneses biografou Salazar com rédea solta porque não vegeta por cá. Pastasse ele por aí e a conversa era outra.
Chamem-lhe liberdade.
A História tem memória longa, mas também sofre muita amnésia. D. Miguel ainda é o absolutista hoje enquanto o chamorro D. Pedro reina libèrrimamente no Rossio de Lisboa e na Praça da Liberdade no Porto. Confronte a semântica dos termos que vulgarmente apomos a um e a outro e veja como a História fica assimilada.

Cumpts.
De [s.n.] a 23 de Setembro de 2016
Tem razão no que diz É triste mas é verdade.Vendem-se chavões e todos acorrem a comprar. E paga-se bem caro por eles.

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