12 comentários:
De Bic Laranja a 24 de Dezembro de 2014
A tropa hollywoodesca é na essência pataqueira. E aquilo do entretenimento sendo uma árvore das patacas a cavalo nas estrelas, quando se dá pelas estrelas embaciarem, é largá-las como coisa sem préstimo e que não produz. É como tudo hoje em dia, mas com o resplendor (eles lá dizem 'glamour' e cá agora também) dos maiores holofotes... Uma máquina tortuosa de vender sonhos.
Não vê agora essa marosca com os coreanos?... É publicidade. Com os bons -- os amaricanos, com o Bama cabeça de cartaz como regedor e defensor da tribo --, os maus -- os comunistas coreanos, com o vilão Kim a fazer de índio ou bandido -- e os anjinhos -- a gente que há-de ir para bicha dos pagadores para ver fazer chacota dum pateta.

Feliz Natal !
De [s.n.] a 25 de Dezembro de 2014
Iguais votos (renovados:) para si e sua Família.

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Tem toda a razão. Não me interessa em absoluto a pessoa do dirigente norte-coreano e menos ainda a política que por lá se pratica. Tenho mais que fazer. Bem bastam os nossos problemas políticos, sociais e morais e estes, sim, preocupam-me e muito.

Sendo totalmente alheia ao regime norte-coreano ainda que, pelo que se lê e ouve, o considere totalmente execrável como naturalmente o faria qualquer pessoa moralmente sã, isso porém não me impede de acusar de hipocrisia e cinismo os que produziram e realizaram o tal filme com a específica finalidade de ridicularizar ao máximo o homenzinho. Este parece ser o argumento do filme, segundo informação do meu filho. Porque não li nem vou ler seja o que for sobre o assunto nem penso ver os genéricos e ainda menos perder tempo a assistir ao dito filme.

Os norte-americanos (produtores, realizadores) que estão ligados à indústria cinematográfica, èticamente são (ou eram) do pior que se possa imaginar. A Sony comprou os Estúdios da Paramount e pelos vistos os japoneses já estão a seguir o mesmo processo demoníaco que deu cabo de tantas vidas. Ou será que é só fachada e quem continua a mandar de facto nesses Estúdios são na mesma os antigos donos?

Irrita-me solenemente que se faça um filme ou documentário a ridicularizar um presidente de um qualquer país seja ele de que regime for e tenha ele os defeitos que tiver. Gostava de ver o que fariam e diriam se um realizador fizesse um filme a gozar alarvemente com os tiques e particularidades exóticas (e outros defeitos muitíssimos mais graves e estes, sim, dignos de serem passados a filme para o mundo inteiro se inteirar dos vícios criminosos d'alguém, Bush-pai, que chegou a presidente do país mais poderoso e simultâneamente mais prostituído do mundo) como por exemplo, de um presidente de, sei lá, uns Estados Unidos ou de um primeiro ministro inglês ou de um governante de um outro qualquer país não alinhado. Havia de ser bonito, havia: insultos permanentes, campanhas (pagas) difamatórias chocantes, processos levantados e porventura até decretada a prisão do prevaricador, seria coisa de um instante.

Maquiavélicos, hipócritas e cínicos é o que eles todos são. Gente verdadeiramente diabólica.

De [s.n.] a 25 de Dezembro de 2014
Ah, já me esquecia. E então se um hipotético filme ou documentário saísse para o mercado a especular ou a gozar com a política por eles gizada e levada a efeito no país onde vivem (e note-se, à revelia dos seus verdadeiros governantes) ou a ironizar com os defeitos físicos ou os ademanes de um dirigente d'alguma associação maçónico-judaica norte-americana ou a criticar acerbamente a condução política do presidente ou do primeiro ministro israelitas, então é que era o bom e o bonito... Uma ousadia de tal monta valer-lhe-ia ter assinado a sua sentença de morte. A vingança é a primeira medida a tomar e a executar d'imediato por determinados agentes políticos - repito, agentes determinados e bem localizados - à qual ninguém escapa. Não há aqui qualquer erro de análise, a História está aí para o demonstrar à exaustão.
De [s.n.] a 25 de Dezembro de 2014
Leia-se "... vícios abjectos, repugnantes e criminosos d'alguém, Bush-pai, que sem o mínimo rebuço ou o menor impedimento pelo poder instalado, chegou a presidente..."

E "... de um qualquer país alinhado..."

Maria

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