10 comentários:
De [s.n.] a 16 de Agosto de 2023
Na primeira gravura faz uma certa confusão o Arco Triunfal que aparece no lado direito.
Vendo bem a imagem, temos na elevação ao fundo o Convento da Encarnação, no Rossio o Palácio da Regência, ou Estaus, e o Arco que só pode ser na Rua do Amparo, por isso uma montagem efémera a testemunhar o acontecimento,

Cumpts.
De Bic Laranja a 18 de Agosto de 2023
Sim, faz. A sua descrição é exacta.
Cumpts.
De Figueiredo a 17 de Agosto de 2023
Quando o Presidente Rui Rio Governou a Cidade do Porto entre 2002 e 2013 fez uma renovação das placas de toponímia, muito bem conseguida por sinal, e com uma particularidade interessante, por debaixo dos nomes que foram atribuídos às ruas - em substituição dos outros que já lá estavam - após o golpe de Estado liberal/maçónico de 1820, mandou colocar os nomes originais.

Nem imagina o granel que foi por parte dos liberais/maçonaria (PS, CDS, BE, PCP, e a facção liberal/maçónica do PSD), todos em coro uníssono contra aquela renovação das placas toponímicas da Cidade Invicta que pretendeu preservar e manter a História e Identidade Portuense, em oposição à cultura do cancelamento promovida pelos primeiros.

Em relação ao nome que queriam dar a essa ponte pedonal no Estrangeiro, é um problema dos Lisboetas, mas na minha opinião não faz sentido atribuir nomes a infra-estruturas, de indivíduos que nada fizeram por Portugal nem contribuíram para o bem-estar dos Portugueses.

Na Cidade do Porto passa-se a mesma coisa com o Executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» a querer atribuir o nome, simplesmente por capricho, de um funcionário do Clero que nada fez pela Cidade ou pelos Portuenses – que inclusive não lhe reconhecem qualquer mérito – a uma nova ponte que eventualmente será construída sobre o Rio Douro.
De Bic Laranja a 18 de Agosto de 2023
Cheira-me haver qualquer culto com os nomes dessa malta. Uma espécie de invocação de santinhos. Ou santarrões…
Isso que conta das placas toponímicas do Pôrto foi bem achado. Melhor se vier a suprimir a toponímia de 2.ª que os pedreiros lavraram.
Cumpts.
De gato a 17 de Agosto de 2023
Costumo ensinar aos novos que se querem saber quem foram os filhos da pita que vejam os topónimos criados desde há 59 anos.
De Bic Laranja a 18 de Agosto de 2023
Pode somar aí o que vai para trás até ao tempo de Pedro, o brasileiro.
Cumpts.
De gato a 19 de Agosto de 2023
Tenho que concordar consigo. Pois Vexa sabe muito mais do que eu.
Eu creio que os brasileiros são o que são dado terem sido ensinados pelos tugas. Desde há séculos.
De Bic Laranja a 19 de Agosto de 2023
Não sei se sei. É o que me parece.
«Pedro, o brasileiro» é como Oliveira Martins abre o seu «Portugal Contemporâneo». Vali-me aqui da paráfrase para recuar à época.
Os brasileiros são o que são. Quando Manoel Ant.º de Almeida escreveu as «Memorias de um Sargento de Milicias» em 1854 ainda não eram mais que portugueses. É admirável. De há uns cem anos ou mais, porem, que vão em deriva própria. O samba nada tem de português, sequer de tuga (abominável adjectivo).
Cumpts.
De [s.n.] a 19 de Agosto de 2023
Os tugas uma abreviatura de portugas é utilizado entre a nossa imigração europeia, assim como eram tratados os nossos soldados na Guiné.
A grande maioria de imigração para o Brasil sempre foi por analfabetos minhotos, ao ponto de ser proibido devido a escassez de não de obra na região.

Cumpts.
De Bic Laranja a 20 de Agosto de 2023
Tenho-o termo rasca. Não gosto por ser sempre referido aos Portugueses. Mesmo se reles. De mais se já chegamos ao pontos de não poder dizer preto ou cigano.
Cumpts.

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