21 comentários:
De Tiago a 18 de Dezembro de 2015
Diria sopé da serra de Montejunto mas não me parece verosímil.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Tem parecença, mas...
Cumpts.
De gato a 20 de Dezembro de 2015
Como José Lima, parece que as cumeadas têm um perfil semelhante às de Montachique. Usei Google & Bing de todas as maneiras possíveis. Fartei-me de passar na A8, ao lado de Montachique, mas dali o ângulo de visão não favorece as considerações. Só de longe, de Loures v.g., do Sul. Nunca poderia ser Montejunto, que conheço por dentro e por fora. Também não creio na hipótese de Milharado.

Abraço
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
A zona tem características que se ajustam, mas cuido que a orografia seja demasiado acentuada para o que se vê. Não excluo nada, mas estou mais inclinado à estrada de Sintra.
Havemos de descobrir.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Cumpts. 😃
De José Lima a 18 de Dezembro de 2015
Pelos moinhos, que então se encontrariam em plena laboração, tratar-se-á de zona situada na chamada região saloia, entre Loures e Torres Vedras. Eu inclinar-me-ia para o Cabeço de Montachique, no ponto mais a norte do concelho de Loures, quase na estrema com o concelho de Mafra.
De Bic Laranja a 21 de Dezembro de 2015
Os moinhos não se achavam em laboração. Acabei de descobri-lo...
:)
De Bic Laranja a 18 de Dezembro de 2015
É difícil dizer.
Pode ser na Extremadura ou no Ribatejo, mas não descartaria o Além Tejo.
Um método seria localizar por palpite povoações brancas por ali em 1935 e ir afinando a pontaria. Podia ser tarefa duma vida, e sem garantia.
A menos que alguém apareça que reconheça os três cabeços com os moinhos e deslinde o mysterio.
Cumpts.
De José Lima a 19 de Dezembro de 2015
Posso estar enganado, mas os montes ao fundo e os moinhos (ou o eu hoje resta deles...)parecem-me familiares à vista, fruto das minhas deambulações pela A-8. Cabeço de Montachique (Loures)? Milharado (Mafra)? Sapataria (Sobral de Monte Agraço)? Haja mais alguém que se pronuncie!
De José Lima a 19 de Dezembro de 2015
Uma pequena correcção: onde escrevi "(ou o eu hoje resta deles...)", pretendia escrever "(ou o que hoje resta deles...)".
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Juntaria as païsagens no caminho de Sintra, não descurando o que há daí ao Jamor ou Oeiras.
Tudo palpites, a ver se ajudam...

Feliz Natal!
De Zephyrus a 19 de Dezembro de 2015
Pela vegetação e relevo, arredores de Lisboa.

Vi há dias imagens com sete décadas da vila onde tenho residência no Reino Unido. A indumentária daqueles tempo curiosamente pouco difere das roupas dos nossos campónios. Vivia-se também da agricultura e do gado. Hoje ainda se vive em casas com séculos, que têm telhados de madeira e palha. Não existem marquises nem persianas. E eles têm orgulho disso. Cá tiraram a cal, as portas de madeira, o ferro forjado, os cortinados de linho e de renda de bilros. Agora usa-se tinta plástica, portas e janelas de alumínio, azulejo rasca, persianas e cortinados dos «chineses». Na paisagem, em vez de sobreiros, carvalhos, castanheiros, amieiros, choupos, medronheiros, freixos, azevinhos ou ulmeiros, estão eucaliptos, acácias, mimosas e sobreiros doentes e ressequidos. Em Inglaterra, há apenas árvores nativas ou da flora da Europa Média.
De Zephyrus a 19 de Dezembro de 2015
Atravessei parte do país. Ontem. O sobreiro e a azinheira já morreram em boa parte do Algarve e do Baixo Alentejo. A causa? Um fungo importado das Américas. Tragédia ambiental e económica, não faz capas de jornais nem é causa que aspire a moda. O castanheiro desapareceu da paisagem no século XIX. Antes já havia desaparecido o carvalho de vastas áreas do país. Chegou a vez do sobreiro e da azinheira a sul do Tejo. Por cá, tudo morre. Até as árvores.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Tragédia ambiental faz capas de jornal, sim, sendo cimeira de «lidres» lá fora e sôbre alterações caliméricas à escala global.
Portugal é que interessa pouco, pois, porque não é global. Nem metropolitano...
Cumpts.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Caliméricas, é isso.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Quem não sabe o valor do que herdou nem novo-rico chega a ser. É burro. Há-de ser pobre eternamente.
Cumpts.
De muja a 19 de Dezembro de 2015
Não sou entendido, mas fez-me lembrar o verbete de há semanas:

http://biclaranja.blogs.sapo.pt/conjecturando-a-estrada-de-benfica-1017416

A vegetação à beira da estrada parece semelhante. E as árvores também. Talvez daí se tire alguma pista...
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
As piteiras, pois.
Mas esta não tem iluminação ao longo da estrada, o que a atira mais para os arrabaldes.
Cumpts.
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Feliz Natal a todos!
De MCV a 20 de Dezembro de 2015
Ocorreu-me que se poderia tratar da linha de festo que se vê nesta foto.
Mas agora que, depois de procurar, dei justamente com a foto, tenho dúvidas.
Abraço
De Bic Laranja a 20 de Dezembro de 2015
Um palpite muito capaz. Será necessário acertar com o ângulo da cumeada. Na fotografia de 35, pelas sombras, o caminho deve apontar ao N se a chapa é vespertina, ou vice-versa se matutina.
Cumpts . E feliz Natal!

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