8 comentários:
De Zephyrus a 11 de Junho de 2015
Há uns anos li vários livros do Pierre Grimal. O autor explicava que a queda do Império se devia, em grande medida, à entrada de bárbaros, provenientes das Europa Central.

A insegurança aumentou e o comércio nas estradas do Império decaiu devido aos saques. Os bárbaros ocupavam terras agrícolas mas não viviam como os nativos já «romanizados» e «civilizados».

Com as tribos celtas e iberas que viviam na Península ou na Gália sucedeu o contrário. Mas os bárbaros da Europa Central não se integraram.

E o que sucede agora em toda a Europa com os imigrantes africanos ou do Médio Oriente? O que é?
De Bic Laranja a 11 de Junho de 2015
Peter Heather com pormenor em The Fall of the Roman Empire a queda do Império pela desarticulação causada pelos bárbaros. A sua gradual aculturação do séc. I ao IV por contacto com a civilização romana, a sua «inclusão», como se agora diz, nas estruturas romanas -- sobretudo militares minaram o império económica e polìticamente. As hordas bárbaras que o trespassaram desarticularam-no de todo e não deram hipótese de recuperação.
Havemos de constar com a revolução social da cidadania romana a todos os povos do império e posteriormente a cristianização, que favoreceram a confederação dos bárbaros de dentro e fora das fronteiras do império. Ficou tudo minado.
Do vazio dos escombros saiu uma Idade que os humanistas que o olharam da Renascença com os olhos do classicismo nem conseguiram dar nome.
Cumpts.
De Bic Laranja a 14 de Junho de 2015
... Conta com pormenor....
De Zephyrus a 11 de Junho de 2015
Entretanto Portugal afastou-se das línguas europeias com este acordo.

Sinto uma profunda vergonha e tristeza por ver a nossa língua aproximar-se da ortografia de uma ex-colónia da América do Sul.

Os jovens em Portugal têm dificuldade em escrever correctamente as línguas inglesa ou francesa e não duvido que tal se deve à nossa actual ortografia.

Esta ortografia, esta bandeira, este Regime. Isto para mim já não é Portugal.
De Bic Laranja a 11 de Junho de 2015
Há dias catei um «eletrical» proveniente de engenheiro e reproduzido sem noção nem saber por jovem que estuda na universidade...
Havemos de chegar a ponto de nem para ligar o botão da luz haver gente capaz. As democracias preferem dar votos a gente assim e até lhe chamam povo...
Cumpts.
De Marcos Pinho de Escobar a 12 de Junho de 2015
Texto certeiro, Caríssimo Amigo. Em tempos que já lá vão, na antiga França, o lema do Mestre Maurras era "tudo o que é nacional é nosso". No Portugalinho saído da abrilice 74 a palavra de ordem é "tudo o que é anti-nacional é nosso". Não querem Portugal nem portugueses. Substituição populacional já. Forte abraço.
De Bic Laranja a 13 de Junho de 2015
E creio que resume tudo.
Abraço.
De João José Horta Nobre a 21 de Junho de 2015
Não basta todos os ataques e mais alguns contra a Nação dos portugueses, senão os ataques que ainda são levados a cabo agora pela própria direita oriunda da católica.

Ainda recentemente o professor Paulo de Almeida Sande veio afirmar num artigo publicado no liberal Observador que todo o nacionalista é "um assassino em potência". Respondi-lhe à letra aqui mesmo:

http://historiamaximus.blogspot.pt/2015/06/o-nacionalismo-sera-mesmo-guerra-uma.html

Esta gente não tem mesmo vergonha nenhuma na cara!

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