9 comentários:
De Joe Bernard a 23 de Setembro de 2018 às 23:38
Gosto do "nabo", que, como sabe, era o nome dado ao candeeiro de iluminção pública retratado!
De Bic Laranja a 26 de Setembro de 2018 às 12:04
Não havia quem lhe chamasse cebolas?
Cumpts.
De Mandarinia a 24 de Setembro de 2018 às 08:42
Castiça mesmo. Quase que se espera ouvir um "Ó Evaristo, tens cá disto?"

Pacata também; é impressão minha ou há um gato no meio da estrada a ver os homens a descarregar os pipo. Bela imagem!!
De Bic Laranja a 26 de Setembro de 2018 às 12:05
Ali há gato, pois...
O outro gato é saber a rua.
Cumpts.
De Cristina Ribeiro a 25 de Setembro de 2018 às 14:57
Ao ler textos assim, ao recordar ( com que saudade! ) coisas que vivi, digo-me muitas vezes que foram tempos muito bons, de privilégio...

Saudações
De Bic Laranja a 26 de Setembro de 2018 às 12:11
Há um senso e uma simplicidade na vida que vem destas coisas antigas! Agora parece tudo tão balofo de elaboração, rebuscado e plastificado. Uma desinspiração!...
Cumpts.
De Manuel Alves a 5 de Novembro de 2018 às 00:23
Bic Laranja

Muito obrigado pelo seu trabalho de divulgação das nossas coisas.
Esta fotografia, presumo que tenha sido tirada no início da Rua Barão de Sabrosa, na rampa que a liga à Rua Morais Soares.
De Bic🍊 a 11 de Novembro de 2018 às 11:44
Obrigado eu do seu apreço.

Também me ocorreu que fosse a Barão de Sabrosa logo abaixo do Max, mas aquela casa na esquina de cima com a Melo Gouveia não se identifica com o gailoeiro que lá esteve até há poucos anos, nem com as seguintes.
Um caso a ver.

Cumpts.
De Bic Laranja a 12 de Dezembro de 2018 às 17:38
Rua dos Açores. Logo abaixo do cruzamento com a R. da Ilha Terceira. O camião descarregava os pipos na taberna do n.º 24-26.
Cumpts.

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