Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015

Sabeis que é o Natal?

Pois o Menino Jesus do Guglo é isto.

ISTO É ALGUM PRESÉPIO?!!!!

 

Notas em tempo:

1) Premindo a imagem no Guglo, este opera a pesquisa com a chave «Boas Festas!».
2) Optando pela pesquisa de «Mais imagens de Boas Festas!» a primeira representação duma Sagrada Família é dum cartão de «Boas Festas/Season Greetings» da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Fernando Pessoa, de 2011, apresentada para aí à 210.ª opção.
3) Pesquisando com a chave «Feliz Natal!» a primeira Sagrada Família é uma a do blogo Comida de Conforto, apresentada para aí à 75.ª opção.

Eis a projecção do Natal pelo portal do mundo cibernético. Figuração da realidade?...

Escrito com Bic Laranja às 12:23
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8 comentários:
De gato a 23 de Dezembro de 2015
O Natal, a mais celebrada festa da humanidade, não mais é do que a celebração do nascimento de Jesus (Salvador, na língua da época). Quem não for cristão que feche a porta.
De Bic Laranja a 23 de Dezembro de 2015
Ou venere a Cocó-Cola.
Jinglebé!
De José Lima a 24 de Dezembro de 2015
Têm absoluta razão os comentadores que me precedem

Infelizmente, a nossa sociedade portuguesa - como as restantes sociedades ocidentais - está cada vez menos cristã e cada vez mais neopagã e o mundo cibernético é um simples reflexo dessa situação. Ainda há cerca de vinte cinco anos - já não digo trinta e cinco ou quarenta anos -, nesta época e na Páscoa, por exemplo, a programação televisiva dava um ênfase especial a séries e filmes sobre a vida de Cristo, na vésperas e nos dias de Natal e Páscoa havia também transmissão de Missas da Sé de Lisboa e/ou do Vaticano, enquanto hoje é aquilo que se sabe, isto é, nada, porque assim o exige o republicanismo, o socialismo e o laicismo. Porém, os estandartes com o Menino Jesus que nos últimos anos começaram a surgir nas varandas das casas, um pouco por todo o País, são o sinal de que ainda há esperança, de que nem tudo está perdido!
De Bic Laranja a 26 de Dezembro de 2015
Os estandartes são reacção à palhaçada dos pais natais trepadores.
Dantes era como diz e sem necessidade de reacções. É uma civilização que estrebucha. Na marcha que vamos não auguro futuro.
Cumpts.
De Francisco Feijó Delgado a 29 de Dezembro de 2015
O Google é uma empresa americana e estamos cada mais imersos na cultura estado-unidense. Nos EUA a diversidade religiosa é incomparável à europeia, ainda mais há de Portugal. Não fazendo juízos de valor, esta é uma das maneiras que eles usam para conviver com a diversidade: o "Merry Christmas" foi substituído por "Happy Holidays".
De Bic Laranja a 29 de Dezembro de 2015
Moldando o mundo pela língua de pau. A diversidade não justifica coisa nenhuma. Na cristandade o Natal ou é, ou não é. Não sendo, festa e prendas porquê? Por nada?
Férias são mais no Verão.
Cumpts.
De Francisco Feijó Delgado a 29 de Dezembro de 2015
Nos EUA, por exemplo, há muitos Judeus (por ventura a maior comunidade per capita fora de Israel) que celebram o Hanukkah praticamente na mesma altura do Natal. Assim sendo há festas concorrentes, pelo que, sim, a diversidade justifica alguma coisa. Acho que todos os Judeus que conheço não se ofenderiam se lhes desejassem bom Natal, como não imagino que a maioria dos Católicos que conheço se ofenderiam se lhes desejassem bom Hanukkah (se bem que, em Portugal, ficariam certamente intrigados ao ouvir tal nome). Mas também não vejo em ofensa em generalizar-se para um "Boas Festas", caso não queira estar a perguntar a religião a toda a gente a quem dirige os votos.

Não sei a que cristandade se referia, mas nos EUA a cristandade vive entrelaçada com a "judiaria", e mesmo a "mouraria" (este ano, para os Sunitas, o nascimento do profeta comemorou-se a 23 de Dezembro!). Sendo que decidiu usar os serviços da empresa americana, quem escolhe o molde é o utilizador! Poder-se-ia argumentar que a filial portuguesa deveria ajustar os votos festivos ao contexto do país. Eu como não religioso, não sinto falta nenhuma.
De Bic Laranja a 29 de Dezembro de 2015
O Guglo, se não professa nada e quere ter-se bem com todos, melhor era estar quieto.
Depois, nem me incomoda o Guglo, bem quero saber do Guglo. O Guglo é um zingarelho electromecânico que serve à minha demonstração; refiro-me às dezenas ou centenas de imagens pagãs que são servidas como Natal antes da Sagrada Família mostram a apropriação do cristianismo pela «religião» mercantil e, pior, a mania oficiosa de mascarar o Natal para não ofender mouros, judeus, pagãos ou o diabo.
O Natal ofende? É obsceno, porventura?...

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