3 comentários:
De [s.n.] a 14 de Março de 2018
Vê-se que em 1945 o Rossio estava alagado e os passantes tinham água quase pelos joelhos. O mesmo aconteceu, segundo as demais fotos que colocou, noutros anos e em várias zonas da cidade de Lisboa e porventura no resto do País.

Afinal qual é o problema de chover torrencialmente nos dias de hoje? Acaso é algo inédito que nunca tinha acontecido antes em Portugal?! Porquê tanto folclore e alarmismo da parte das televisões e dos jornalistas em geral, à volta das últimas grandes enchentes, que aliás se repetem ano após ano, como já havia acontecido em décadas anteriores?

Nos dias em que se prevê ir acontecer forte ventania e chuvas torrenciais com grande alteração das marés e algumas ruas e avenidas em cidades e vilas irão ficar alagadas, lá vêem os avisos repetidos até à exaustão para a necessidade das pessoas se precaverem contra as alterações atmosféricas adversas que estão previstas, com grande possibilidade de ocorrências "muito perigosas" para quem arrisque sair à rua ou que se passeie junto ao mar.

E não obstante as mesmas 'alterações atmosféricas e/ou climáticas' sempre se verificaram em todos os tempos e nas mesmas cidades e vilas do País! Mas não, eles ignoram estes factos e levam dias, quando não semanas seguidas, a chamar a atenção das populações para as cheias "alarmantes" que se aproximam e a avisá-las para as consequências "gravosas" caso não sigam os conselhos das autoridades nem tomem as devidas precauções...

Por que motivo há tanto alarmismo sobre fenómenos que não só são naturais como acontecem ciclimamente em todo o mundo e naturalmente também em Portugal? E por amor de Deus, não venham com a história do 'aquecimento global ou 'das alterações climatéricas', que se anunciam e se alternam por conveniência, d'acordo com a estação do ano...

Que os serviços respectivos façam previsões do estado do tempo informando as populações para eventuais tempestades, neve, granizo ou grandes chuvadas que possam vir a ocorrer pròximamente, muito bem, este é o seu papel. E note-se que não são os funcionários do IPMA que são os alarmistas, esses são impecáveis nas previsões que fazem, mas sim os jornais e as televisões pela mão dos profissionais que neles trabalham.

Pede-se o favor a estes profissionais que não transformem as intempéries, por mais severas que possam vir a ser, em calamidades de dimensões bíblicas. Não sejam ridículos dramatizando exageradamente acontecimentos atmosféricos que pela sua própria natureza sempre se verificaram no Planeta Terra desde que o Mundo é Mundo.

A propósito de tudo isto, cabe perguntar: será que existe algo propositadamente escondido das populações pelas autoridades nacionais e principalmente pelas internacionais cujas motivações justamente por serem secretas estão vedadas ao comum dos mortais? Há quem jure a pés juntos que sim.
Maria

Nota: estou para abordar este assunto desde que vi neste espaço as primeiras fotos, oportunas e significativas, sobre as grandes cheias de Lisboa. Não me foi possível antes, calhou ser hoje.
De Bic Laranja a 14 de Março de 2018
Pois eu acredito piamente que esta cheia no Rossio foi por culpa do Salazar. Imagine-se lá como...
Hoje, acabados os salazares, as chuvadas são o castigo vertido sobre os povos por ira dos deuses mijões das alterações climáticas. Os mesmos que põem publicidade a marcas de automóveis no intervalo dos telejornais do apocalipse.
Devem cuidar que do lado de cá das emicções televisivas somos todos estúpidos.
Cumpts.
De [s.n.] a 15 de Março de 2018
Ahahahaha! Muito bem apanhado. É como diz, já o culparam de quase tudo, só falta culparem-no das trovoadas, das tempestades e dos tornados e já agora das cheias que vão acontecendo por aí. Estejamos atentos porque as culpas que lhe são assacadas ainda não vão ficar por aqui.

Pobre Salazar que tanto fez pelo País e pelo Povo para vir a ter o seu nome conspurcado por cobardes e traidores. Assim como diminuidos, pelos mesmos pulhas, têm sido os enormes feitos por ele levados a cabo para engrandecimento do País. Feitos que foram elogiados por diversas vezes, pelos mais destacados governantes de todo o mundo.

Deixá-lo, Salazar tinha as costas largas. E haverá sempre portugueses de bem a defender o seu Nome e a sua Obra.

E lá chegará o dia em que o extraordinário Governante irá ser reconhecido tal como merece e as homenagens à sua memória multiplicar-se-ão pelos séculos e séculos. Disso podemos estar certos.
Maria

Comentar