11 comentários:
De Bic Laranja a 26 de Novembro de 2016
É mesmo agora, um porquinho de bigode o doira com o adjectivo «romântico», por oposição ao Fulgêncio Baptista e os «outros ditadores da América Latina, como Pinochet». Como Pinochet?! Que romântico! E há lá ditadores sem ser como Pinochet!...
De Inspector Jaap a 26 de Novembro de 2016
Para um sujeito responsável por perto de 100.000 mortes, as últimas das quais há não muito tempo de 2 jovens cujo crime foi apenas a sua ânsia de liberdade, não está nada mal... Se a isto somarmos a miséria dos cubanos desde que o sujeito chegou ao poder e a quase 3ª Guerra Mundial a que chegamos por via dos mísseis soviéticos (isto é que é independência nacional) e cedência ao seu irmão do trono da primeira monarquia socialista, estamos conversados; hoje vender-se-ão muitos sacos de enjoo.

Cumpts
De Bic Laranja a 26 de Novembro de 2016
Não vendem porque a atonia é geral. Os palermas da nossa imprensa apenas replicam os tiques do estrangeiro para doutrina do homem branco. Nem originais são.
Cummpts.
De JF a 30 de Novembro de 2016
Talvez a causa para as supostas 100.000 mortes que refere no seu comentário, possa ser devida (pelo menos uma parte) à barba de Fidel Castro, que segundo um relatório produzido em 1975 pelos serviços de informação dos Estados Unidos da América, a Central Intelligence Agency (CIA), era uma das causas do poder detido por Fidel; daí ter sido elaborado um plano pela CIA (que não chegou a ser executado) para provocar a queda da sua barba, através de um producto químico que seria colocado em contacto com o corpo, ou administrado no seu organismo.
De Joe Bernard a 27 de Novembro de 2016
Leiam o livro de Juan Vivés, editado pela Europa-América, com o nome de "Os donos de Cuba".
De Bic Laranja a 27 de Novembro de 2016
Boa sugestão.
Obrigado!
De Joe Bernard a 28 de Novembro de 2016
Estava à venda no OLX por 7 aérios...
De Bic Laranja a 28 de Novembro de 2016
Bem vi. E num outro alfarrabista creio que a 8.
Obrigado.
De [s.n.] a 29 de Novembro de 2016
Fico feliz com a dialéctica dos me(r)dia de referência d´aquém e d´além-mar: Castro é "presidente", é "líder", é "comandante". Salazar é que é "ditador". Graças a Deus!
Abraço amigo
De Bic Laranja a 29 de Novembro de 2016
Ou a linguagem como subversão da comunicação. Chame-se-lhe jornalismo.
Cumpts.

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