Uma das coisas que me intrigou da Torrinha quando soube dela no 1.º vol. da Lisboa Desaparecida foi, concretamente, em que chão havia ela poisado. Marina Tavares Dias não na apontava com grande certeza. Dizia-a em tornejando para a Av. de Fontes Pereira de Mello, sobranceira ao palácio dos condes Sabrosa, cuido que baseada numa gravura da Feira Franca de 1898.
Pois, ao fim e ao cabo, não era tanto para o lado da Fontes.
Avenida, Lisboa, 1901-16.
Alexandre Cunha, in archivo photographico da C.M.L.
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