4 comentários:
De muja a 26 de Novembro de 2015
Enviei-lhe recado!
De Bic Laranja a 26 de Novembro de 2015
Obrigado!
De [s.n.] a 28 de Novembro de 2015
Este tipo de jornalismo mete nojo. Os jornalistas, com raras e honrosas excepções, estão todos vendidos à maçonaria portuguesa. A começar no Expresso e no seu dono e a acabar nele.

Tem vindo a publicar uns temas suficientemente atractivos para lhe deixar uma palavrinha de apreço. Deixe ver se arranjo um bocadinho de boa disposição (já sabe o meu problema) para os abordar com o tempo que eles merecem.

Outra coisa. Um dia destes lá vou eu deixar por aqui algumas falhas gramaticais indesculpáveis e erros fonéticos e de sintaxe (parece ser que toda a gente o lê e os abaixo citados naturalmente também;)), insuportáveis, que os meninos e meninas que brotam discurso nas televisões, bem como os políticos, opinadores, politólogos e demais comentadores convidados dos programas televisivos, bolçam diàriamente e com a maior das descontracções, convencidíssimos de que estão a palrar impecàvelmente e em bom português. Aqueles 'queridos' NUNCA incluem nas frases/orações por si proferidas qualquer das preposições que, caso estas o exijam, têm obrigatòriamente de estar presentes.

Preposições: a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, por, per, perante, sem, sob, sobre, trás.

Por agora deixo só uma pergunta aos ditos e mui sapientes(?) jornalistas, comentadores e, vergonha máxima, também políticos: porque motivo não incluem nas frases as preposições que lhes competem sem as quais aquelas ficam coxas e consequentemente quase insuportáveis de se escutar?

E cumprimentos para si.
Maria
De Bic Laranja a 28 de Novembro de 2015
Neste caso a estupidez é total. Que de Angola, que não podia ser portuguesa, venham palpites sobre ministros de Portugal pouco admira; Portugal ser angolano é uma condição que ninguém contesta.

Já o jornalixo veiculado por lacaios dos poderzinhos podia ao menos parecer sério. É escusado. É estúpido que se farta. Nem para manejar trinta palavras há engenho.

De jornalixo, aliás, o saco de plástico é uma instituiçãozíssima.

Disponha por cá como queira.

Cumpts.

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