13 comentários:
De José Lima a 29 de Setembro de 2018 às 20:14
Em segundo plano, o "Infante D. Henrique", navio que ainda conheci na sua fase final de vida, durante o penoso exílio pós-revolução que lhe impuseram em Sines.
De Bic Laranja a 30 de Setembro de 2018 às 12:52
Pois!...

Cumpts.
De Mandarinia a 30 de Setembro de 2018 às 15:59
Que bonita imagem. A horta deixou-me a suspirar, que pormenor encantador. Uma outra Lisboa...
De Bic Laranja a 2 de Outubro de 2018 às 11:36
Bem visto! Um outro mundo.
Cumpts.
De jcb a 2 de Outubro de 2018 às 19:59
Bela imagem de dois paquetes de linha, do tempo em que a construção naval ainda obedecia a critérios de estética. Hoje só se vêm autênticos caixotes flutuantes, onde milhares de pessoas são reduzidas à condição de pombos pagantes. Chamam-lhe modernidade. Por mim está dispensada.
De [s.n.] a 3 de Outubro de 2018 às 17:37
Desculpe sair do tema, mas se não escrevo sobre isto agora nunca mais o faço. Já aqui falei sobre algumas destas personagens (deles e delas) e os seus defeitos como jornalistas.

Como excepção começo por António Costa cujo tom de voz de quase falsete torna-se simplesmente insuportável. A sua própria figura é ridícula para um primeiro ministro, pense-se o que se quiser: é demasiadamente gordo (tem uma barriga enorme e o rabo espetado) e um andar balanceado extremamente deselegante que se presta a ser gozado. Sempre que este homem aparece numa notícia, mudo logo de canal ou tiro o som.

Sobre jornalistas:
Aquele rapazinho (Marco..., qualquer coisa) que lê as notícias na TVI24 (está mesmo agora a dizê-las, quarta-feira, 3/10 às 15.46), usa óculos de aros pretos, é de uma vaidade que irrita o mais distraído. Tem a mania que é 'menino bem', só faz boquinhas a falar, tem má dicção, por ex. a palavra "feira" ele pronuncia 'fara'(!!); o cardinal "seis" ele diz 'sas'(!!), etc. É mau jornalista.

- A Dina Aquiar já não se suporta, não só pela falta de voz de que sempre padeceu e inaceitável para ler notícias como pela imagem que projecta, está demasiadamente gorda e já ultrapassou há muito a idade para o cargo;

- Uma Estela (do Porto) tem levado a vida a ler as notícias com o cabelo a tapar-lhe o olho direito, consequência de ser estrábica e a querer disfarçar! Tal apresentação é uma falta de ética e desrespeito para com os telespectadores. Além de alterar a voz para um tom gutural, horrível, a querer dar um ar de competência. Esta rapariga é má jornalista. É demasiadamente vaidosa e o sorriso forçado (no fim das notícias coloca sempre os incisivos sobre o lábio inferior num esgar que é tudo menos natural) já não se aguenta. Há outra jornalista deste canal, de cabelo comprido e não muito nova, que tem um pequeno defeito na parte esquerda da boca, mas isto é o menos, como profissional é sofrível e pouco fluente no português, além de ser antipática.

- Aquela jornalista gorda que apresenta o ZOOM-África logo após a Dina Aguiar, também é demasiado gorda e em televisão a imagem é tudo e a dela é muito desagradável. Além de que fala muito alto e com a voz alterada (gutural) por ter alguma deficiência nas cordas vocais.

- A Judite Sousa está mais do que ultrapassada como jornalista dos telejornais. Ela sempre teve um tom de voz algo defeituoso (é delfa) e enrola algumas consoantes; nunca se penteia apresentando-se sempre com o cabelo demasiado comprido denotando uma péssima apresentação para quem lê notícias. E para remate coloca sempre os braços apertadinhos encostados ao tronco e recuados numa postura algo estranha e deselegante. A Conceição Queiróz faz o mesmo aos braços...

- Outra jornalista insuportável de se ver e ouvir e já por mim aqui criticada, é a Conceição Q, queueiróz. A carapinha dela está cada vez mais exagerada (imita a actriz das novelas) e em televisão uma tal imagem é absolutamente inadmissível e deixá-la continuar deste modo é culpa total do incapaz director de programas. Será sua namorada ou mulher? Que ela queira usar carapinha tem toda a liberdade de o fazer, mas não quando está perante uma câmara a ler as notícias. Em televisão a imagem é tudo e a dela é simplesmente aberrante e sobretudo de uma falta de respeito para com os telespectadores. Além disso esta rapariga tem uma péssima fonética, engole sílabas, fecha as vogais abertas e abre as fechadas, etc. Para reportagens do exterior ainda vá que não vá, agora para apresentar telejornais NÃO e NÃO.

Há muitos/as mais a serem criticados/as, mas para que se não diga que só digo mal dos jornalistas, aqui deixo os meus parabéns aos seguintes, que são exemplo de bem falar e de bem se comportarem perante as câmaras:

-Carla Moita (TVI24) é correcta no português e na postura perante as câmaras; o Miguel Fernandes e o Rui Pedro Bráz (TVI24) são impecáveis tanto na apresentação como na postura, exprimem-se em excelente português e têm facilidade de expressão. São excelentes estes três jornalistas e uma mais valia para o canal televisivo que representam.

No CMTV há bons jornalistas tanto no Estúdio como do exterior, havendo dois ou três que são menos bons. Sobre estes ficará para a próxima, com a benevolênvia do dono deste isubstituível espaço.
Maria
De Bic Laranja a 4 de Outubro de 2018 às 14:47
A Judite não diz os edes; diz «boa noite, senhôdes telespectadôdes».
Um da bola (Nuno (?) Neves de Sousa), é fanhoso. Mas cuido que seja filho do faũecido Neves de Sousa, velho e conhecido ũocutor de reũatos desportivos, e por isso não faz maũe.
:)
Cumpts.
De [s.n.] a 4 de Outubro de 2018 às 16:31
Exactamente. E essas deficiências verbais (e na dicção) são indesculpáveis em quem fala para o público. Mas lá está, nesta espécie de regime as brutas cunhas comandam...
Maria
De [s.n.] a 4 de Outubro de 2018 às 17:58
Queria dizer "vocabulares", embora por vezes ela (e eles e elas) pequem e não pouco também nas verbais.
Maria
De [s.n.] a 4 de Outubro de 2018 às 16:26
Faltou-me falar de duas completas nódoas como apresentadores de telejornais e dos quais já falei há tempos criticando as respectivas prestações: o Rodrigo Guedes Carvalho da SIC e o José Rodrigues dos Santos da RTP.

O Rodrigo é uma perfeita desgraça como jornalista. É inculto, é antipático, é sobranceiro, não tem facilidade de expressão e a erudição é nula. Não é possível ouví-lo mais do que meio minuto quando apresenta o telejornal. E no entanto a SIC insiste em mantê-lo como apresentador do dito. Pelo visto ele não tem capacidade para desempenhar outro cargo naquela televisão.

Será que a cunha do pai (parece que é médico) e terá sido de monta, teve algo a ver com a insistência do director de programas da RTP em mantê-lo a ler as notícias? Pelo visto o Rodrigo não sabe fazer mais nada na vida e resolveu ir alojar-se numa televisão a receber balúrdios e glória suprema, a apresentar telejornais!...

Neste País não há nada como pertencer a este regime/sistema para ter a vida assegurada até ao fim dos seus dias, a deles e das famílias. Grande democracia, esta, não haja dúvidas! A sua introdução em Portugal foi uma verdadeira lança em África perpetrada pelo bando mafioso que deu cabo do País e que só teve um único objectivo: locupletar-se com as imensas riquezas religiosamente conservadas por Salazar no Banco de Portugal (e pertença inquestionável do povo português) e viver de corrupções monstras e de traficâncias de toda a espécie. Crimes políticos que têm vindo a ser cometidos desde 1974 até aos dias de hoje. E continuam.
Maria



De [s.n.] a 4 de Outubro de 2018 às 17:32
A outra completa nódoa como jornalista dos telejornais é o Rodrigues dos Santos. Este rapaz tem uma maneira de falar/transmitir as notícias que mais parece um boneco articulado. Ele empertiga-se na cadeira e só faz trejeitos esquisitos, faz olhinhos e caretas. Não consigo ver o telejornal da RTP quando este rapaz está de serviço. Um horror.

Curiosamente ele é mìnimamente competente quando entrevista/ou escritores ingleses, norte-americanos e outros. O seu inglês é bastante razoável e nas questões a abordar é sóbrio e, hellas!, pelo menos não faz caretas nem lança interjeições despropositadas como nas notícias.

Dou-lhe um conselho: deixe os telejornais e vá fazer entrevistas a estrangeiros que nesse campo específico safa-se...
Maria
De Otília Martel a 6 de Outubro de 2018 às 18:13
O eléctrico. A horta. As casas de função.
Embarquei com os meus Pais no Principe Perfeito. Ainda era uma criança mas recordo bem do navio...
De [s.n.] a 14 de Outubro de 2018 às 16:17
Então?..., foi de férias? Espero sinceramente que a ausência não se deva a doença.
Maria

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